Prefeitura de Dourados
Dirio Oficial - Prefeitura de Dourados

Edição 4325 – 04/11/2016

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ÓRGÃO DE DIVULGAÇÃO OFICIAL DE DOURADOS FUNDADO EM 1999
ANO XVIII Nº 4.325 11 PÁGINAS
Prefeito ……………………………………………………………………………………………….Murilo Zauith …………………………………………………………….3411-7664
Vice-Prefeito ………………………………………………………………………………………..Odilon Azambuja ……………………………………………………….3411-7665
Agência Municipal de Transportes e Trânsito de Dourados…………………………Ahmad Hassan Gebara ……………………………………………..3424-2005
Assessoria de Comunicação Social e Imprensa……………………………………….. ……………………………………………………………………………….3411-7626
Chefe de Gabinete ………………………………………………………………………………..Lourdes Maria Mendes ………………………………………………3411-7664
Fundação de Esportes de Dourados ……………………………………………………….José Antonio Coca do Nascimento ………………………………3411-7702
Fundação Municipal de Saúde e Administração Hospitalar de Dourados ……..Roberto Djalma Barros……………………………………………….3410-3000
Guarda Municipal ………………………………………………………………………………….João Vicente Chencarek ……………………………………………3424-2309
Instituto do Meio Ambiente de Dourados …………………………………………………. ……………………………….3428-4970
instituto de Previdência Social dos Servidores do Munic. de Dourados-Previd..Antônio Marcos Marques…………………………………………..3427-4040
Procuradoria Geral do Município …………………………………………………………….Ilo Rodrigo de Farias Machado ……………………………………3411-7761
Secretaria Municipal de Administração …………………………………………………….João Azambuja………………………………………………………….3411-7105
Secretaria Municipal de Agricultura Familiar e Economia Solidária………………Landmark Ferreira Rios ……………………………………………..3411-7299
Secretaria Municipal de Assistência Social……………………………………………….Ledi Ferla …………………………………………………………………3411-7742
Secretaria Municipal de Cultura ………………………………………………………………Carlos Fábio Selhorst dos Santos………………………………..3411-7709
Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico Sustentável …………….. …………………………………………..3426-3672
Secretaria Municipal de Educação ………………………………………………………….Ilda Miya Kudo Sequia ……………………………………………….3411-7158
Secretaria Municipal de Fazenda…………………………………………………………….Alessandro Lemes Fagundes ……………………………………..3411-7722
Secretaria Municipal de Governo…………………………………………………………….José Jorge Filho………………………………………………………..3411-7672
Secretaria Municipal de Infraestrutura e Desenvolvimento …………………………Jorge Luis De Lúcia …………………………………………………..3411-7788
Secretaria Municipal de Planejamento …………………………………………………….Luis Roberto Martins de Araújo……………………………………3411-7112
Secretaria Municipal de Saúde ……………………………………………………………….Sebastião Nogueira Faria …………………………………………..3410-5500
Secretaria Municipal de Serviços Urbanos ……………………………………………….Márcio Wagner Katayama…………………………………………..3424-3358
Elizabeth Rocha Salomão
Upiran Jorge Gonçalves Da Silva
Prefeitura Municipal de Dourados – Mato Grosso do Sul
Rua Coronel Ponciano, 1.700
Parque dos Jequitibás – CEP.: 79.839-900
Fone: (67) 3411-7652 / 3411-7626
ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL E IMPRENSA
E-mail: diariooficial@dourados.ms.gov.br
Visite o Diário Oficial na Internet:
http://www.dourados.ms.gov.br
PORTARIAS
DOURADOS, MS SEXTA-FEIRA, 04 DE NOVEMBRO DE 2016
Portaria nº. 022/2016/AGETRAN
EngºAhmad Hassan Gebara
Diretor Presidente Agetran
O Diretor Presidente da Agetran, no uso de suas atribuições legais e regimentais
conferidas na Lei nº. 3.478 de 15 de setembro de 2011, na Lei nº 3786 de 07 de maio de
2014 e no Decreto “P” nº 203 de 31 de março de 2015, considerando o dispositivo nos
artigos 280 e 281 da Lei Federal 9503/97 e na Lei Municipal 2822/05.
Resolve:
Artigo 1º – Nomear os (as) orientadores (as) abaixo relacionados para atuarem
como agentes civis da autoridade trânsito de Dourados-MS, com efeitos retroativos à
respectiva data de admissão.
NOME
DATA DE
ADMISSÃO
RG CPF
DATA DE
NASCIMENTO
CAROLINE DANIELA GUIMARÃES 01/09/2016
6101022397
SSP/RS
3189073058 27/03/1994
DANIEL MARCOS FERREIRA DA SILVA 18/08/2016 1663189 SSP/MT 3153631182 24/04/1989
GILBERSONMARTINS DIAS 23/09/2016 1460424 SSP/MS 73257508115 29/12/1986
LICITAÇÕES
AVISO DE LICITAÇÃO
CONCORRÊNCIA N.º 001/2016
Emerson Ricardo Kintschev
Presidente da Comissão
AVISO DE LICITAÇÃO
CONCORRÊNCIA N.º 001/2016
Emerson Ricardo Kintschev
Presidente da Comissão
AComissão Permanente de Licitação do Município de Dourados, Estado de Mato
Grosso do Sul, por intermédio do Presidente, torna público para conhecimento dos
interessados, que promoverá certame licitatório na modalidade CONCORRÊNCIA –
tipo “Melhor Técnica” – relativo ao Processo n.º 030/2016/DL/PMD – tendo como
objeto a “CONCESSÃO DOS SERVIÇOS FUNERÁRIOS E DE CEMITÉRIOS NO
MUNICÍPIO DE DOURADOS-MS”, a ser processado e julgado nos termos da Lei
Federal n.º 8.666/93 e suas alterações, da Lei Complementar n.º 123/06 e suas
alterações, da Lei Federal n.º 8.987, de 13 de fevereiro de 1995, da Lei Municipal n.º
3.932, de 13 de outubro de 2015, legislação pertinente e das normas contidas no edital.
A sessão pública para o julgamento do certame ocorrerá às 08h (oito horas), do dia
21/12/2016 (vinte e umde dezembro do ano de dois mil e dezesseis), na sala de reunião
do Departamento de Licitação, localizada no Bloco “F” do Centro Administrativo
Municipal, sito na Rua Coronel Ponciano, n.º 1.700, Parque dos Jequitibás, na cidade
de Dourados-MS. Poderão participar da presente licitação todos os interessados,
pessoas jurídicas, inscritas ou não no Cadastro de Registro de Fornecedores do
Município de Dourados-MS, que preencherem as condições exigidas no edital e que
atuem no ramo pertinente e compatível com o objeto cotado no presente certame. O
edital encontra-se disponível para consulta e download no sítio oficial do Município
de Dourados “http://www.dourados.ms.gov.br/index.php/categoria/licitacao”; e
somente poderá ser adquirido e retirado pelos interessados no Departamento de
Licitação, mediante o ressarcimento da taxa no valor de R$ 100,00 (cem reais).
Informações adicionais poderão ser obtidas pelo telefone (0XX67) 3411-7693 e/ou
via e-mail no endereço eletrônico “licitacoes@dourados.ms.gov.br”.
Dourados-MS, 04 de novembro de 2016.
AComissão Permanente de Licitação do Município de Dourados, Estado de Mato
Grosso do Sul, por intermédio do Presidente, torna público para conhecimento dos
interessados, que promoverá certame licitatório na modalidade CONCORRÊNCIA –
tipo “Melhor Técnica” – relativo ao Processo n.º 030/2016/DL/PMD – tendo como
objeto a “CONCESSÃO DOS SERVIÇOS FUNERÁRIOS E DE CEMITÉRIOS NO
MUNICÍPIO DE DOURADOS-MS”, a ser processado e julgado nos termos da Lei
Federal n.º 8.666/93 e suas alterações, da Lei Complementar n.º 123/06 e suas
alterações, da Lei Federal n.º 8.987, de 13 de fevereiro de 1995, da Lei Municipal n.º
3.932, de 13 de outubro de 2015, legislação pertinente e das normas contidas no edital.
A sessão pública para o julgamento do certame ocorrerá às 08h (oito horas), do dia
21/12/2016 (vinte e umde dezembro do ano de dois mil e dezesseis), na sala de reunião
do Departamento de Licitação, localizada no Bloco “F” do Centro Administrativo
Municipal, sito na Rua Coronel Ponciano, n.º 1.700, Parque dos Jequitibás, na cidade
de Dourados-MS. Poderão participar da presente licitação todos os interessados,
pessoas jurídicas, inscritas ou não no Cadastro de Registro de Fornecedores do
Município de Dourados-MS, que preencherem as condições exigidas no edital e que
atuem no ramo pertinente e compatível com o objeto cotado no presente certame. O
edital encontra-se disponível para consulta e download no sítio oficial do Município
de Dourados “http://www.dourados.ms.gov.br/index.php/categoria/licitacao”; e
somente poderá ser adquirido e retirado pelos interessados no Departamento de
Licitação, mediante o ressarcimento da taxa no valor de R$ 100,00 (cem reais).
Informações adicionais poderão ser obtidas pelo telefone (0XX67) 3411-7693 e/ou
via e-mail no endereço eletrônico “licitacoes@dourados.ms.gov.br”.
Dourados-MS, 04 de novembro de 2016.
02 DOURADOS, MS SEXTA-FEIRA, 04 DE NOVEMBRO DE 2016
EXTRATOS
Diário Oficial – ANO XVIII – Nº 4.325
REPUBLICA-SE POR INCORREÇÃO
EXTRATO DO 3° TERMO ADITIVO AO CONTRATO Nº 557/2014/DL/PMD
REPUBLICA-SE POR INCORREÇÃO
EXTRATO DO CONVÊNIO N° 322/2016
ILDA MIYA KUDO SEQUIA
Secretária Municipal de Educação
EXTRATO DO CONTRATO Nº 299/2016/DL/PMD
EXTRATO DO CONTRATO Nº 288/2016/DL/PMD
EXTRATO DO CONTRATO Nº 285/2016/DL/PMD
EXTRATO DO CONTRATO Nº 300/2016/DL/PMD
PARTES:
Município de Dourados/MS
ENERGIAENGENHARIASERVIÇOSEMANUTENÇÕESLTDA-EPP.
PROCESSO: Concorrência Publica nº 010/2014.
OBJETO: Faz-se necessário o acréscimo de objeto e inclusão orçamentária.
FUNDAMENTAÇÃOLEGAL:
Lei n. º 8.666/93 eAlterações Posteriores.
DATADAASSINATURA: 16 de setembro de 2016.
Secretaria Municipal de Fazenda.
PARTES
CONCEDENTE:MUNICÍPIODEDOURADOS
CNPJ N°: 03.155.926/0001-44
INTERVENIENTE:SECRETARIAMUNICIPALDEEDUCAÇÃO
Secretária: Ilda Miya Kudo Sequia
CPF Nº: 313.258.901-20
CONVENENTE: ASSOCIAÇÃO DE PAIS E MESTRES DA ESCOLA
MUNICIPALINDÍGENALACU’IROQUEISNARD
CNPJ N°: 13.446.187/0001-01
Responsável Legal: Sandra Samudio Rodrigues
CPF Nº: 005.694.241-94
OBJETO: Repasse de recursos financeiros pelo Município à Associação de Pais e
Mestres da Escola Municipal Indígena Lacu’i Roque Isnard para atender as despesas
com manutenção e serviço com pintura do prédio da Escola.
VALOR: R$ 20.000,00 (vinte mil reais), transferidoem01 (uma) parcela.
DOTAÇÃOORÇAMENTÁRIA:
13.00 – Secretaria Municipal de Educação
13.01 – Secretaria Municipal de Educação
12.365.104 – Programa de aprimoramento e oferta de ensino de qualidade
2.122 – Salário Educação
33.50.41.00 – Convênios
Ficha –
Fonte – 115049
VIGÊNCIA: 21/10/2016 a 31/12/2016
Dourados-MS, 22 de Outubro de 2016.
PARTES:
Município de Dourados
Aglon Comércio e Representações Ltda.
PROCESSO: Pregão Eletrônico nº 002/2016.
OBJETO: refere-se à aquisição de medicamentos, objetivando atender demanda
da Secretaria Municipal de Saúde.
FUNDAMENTAÇÃOLEGAL:
Lei n. º 8.666/93 eAlterações Posteriores.
DOTAÇÃOORÇAMENTARIA:
12.00. – Secretaria Municipal de Saúde
12.02. – Fundo Municipal de Saúde
10.303.16. –Assistência Farmacêutica
2096. – Manutenção daAssistência Farmacêutica Básica – Pactuados CIB
2097. – Manutenção daAssistência Farmacêutica Básica Não Pactuados
10.302.15. –Atenção de Média eAlta ComplexidadeAmb. e Hospitalar Urgência e
Emergência
2145. – Manutenção do Serviço deAtendimento Móvel-SAMU
10.301.14. –Atendimento Básico a Saúde
2146. –Atenção a Rede Básica de Saúde da Família
33.90.30.00 – Material de Consumo
33.90.32.00 – Material de Distribuição Gratuita
VIGÊNCIA CONTRATUAL: 12 (doze) meses, contados a partir da data de
assinatura do Contrato.
VALOR DO CONTRATO: R$ 44.180,00 (quarenta e quatro mil cento e oitenta
reais).
GESTOREFISCALDOCONTRATO: Melissa Cristina Bento Brandolis
DATADEASSINATURA: 03 de Novembro de 2016.
Secretaria Municipal de Fazenda.
PARTES:
Município de Dourados
Centermedi – Comércio de Produtos Hospitalares Ltda.
PROCESSO: Pregão Eletrônico nº 002/2016.
OBJETO: refere-se à aquisição de medicamentos, objetivando atender demanda
da Secretaria Municipal de Saúde.
FUNDAMENTAÇÃOLEGAL:
Lei n. º 8.666/93 eAlterações Posteriores.
DOTAÇÃOORÇAMENTARIA:
12.00. – Secretaria Municipal de Saúde
12.02. – Fundo Municipal de Saúde
10.303.16. –Assistência Farmacêutica
2096. – Manutenção daAssistência Farmacêutica Básica – Pactuados CIB
2097. – Manutenção daAssistência Farmacêutica Básica Não Pactuados
10.302.15. –Atenção de Média eAlta ComplexidadeAmb. e Hospitalar Urgência e
Emergência
2145. – Manutenção do Serviço deAtendimento Móvel-SAMU
10.301.14. –Atendimento Básico a Saúde
2146. –Atenção a Rede Básica de Saúde da Família
33.90.30.00 – Material de Consumo
33.90.32.00 – Material de Distribuição Gratuita
VIGÊNCIA CONTRATUAL: 12 (doze) meses, contados a partir da data de
assinatura do Contrato.
VALOR DO CONTRATO: R$ 78.771,24 (setenta e oito mil setecentos e setenta e
umreais e vinte e quatro centavos).
GESTOREFISCALDOCONTRATO: Melissa Cristina Bento Brandolis
DATADEASSINATURA: 03 de Novembro de 2016.
Secretaria Municipal de Fazenda.
PARTES:
Município de Dourados
Classmed – Produtos Hospitalares Ltda –EPP.
PROCESSO: Pregão Eletrônico nº 002/2016.
OBJETO: refere-se à aquisição de medicamentos, objetivando atender demanda
da Secretaria Municipal de Saúde.
FUNDAMENTAÇÃOLEGAL:
Lei n. º 8.666/93 eAlterações Posteriores.
DOTAÇÃOORÇAMENTARIA:
12.00. – Secretaria Municipal de Saúde
12.02. – Fundo Municipal de Saúde
10.303.16. –Assistência Farmacêutica
2096. – Manutenção daAssistência Farmacêutica Básica – Pactuados CIB
2097. – Manutenção daAssistência Farmacêutica Básica Não Pactuados
10.302.15. –Atenção de Média eAlta ComplexidadeAmb. e Hospitalar Urgência e
Emergência
2145. – Manutenção do Serviço deAtendimento Móvel-SAMU
10.301.14. –Atendimento Básico a Saúde
2146. –Atenção a Rede Básica de Saúde da Família
33.90.30.00 – Material de Consumo
33.90.32.00 – Material de Distribuição Gratuita
VIGÊNCIA CONTRATUAL: 12 (doze) meses, contados a partir da data de
assinatura do Contrato.
VALOR DO CONTRATO: R$ 116.438,59 (cento e dezesseis mil quatrocentos e
trinta e oito reais e cinquenta e nove centavos).
GESTOREFISCALDOCONTRATO: Melissa Cristina Bento Brandolis
DATADEASSINATURA: 03 de Novembro de 2016.
Secretaria Municipal de Fazenda.
PARTES:
Município de Dourados
Comercial Cirúrgica Rioclarense Ltda.
PROCESSO: Pregão Eletrônico nº 002/2016.
OBJETO: refere-se à aquisição de medicamentos, objetivando atender demanda
da Secretaria Municipal de Saúde.
FUNDAMENTAÇÃOLEGAL:
Lei n. º 8.666/93 eAlterações Posteriores.
DOTAÇÃOORÇAMENTARIA:
12.00. – Secretaria Municipal de Saúde
12.02. – Fundo Municipal de Saúde
10.303.16. –Assistência Farmacêutica
2096. – Manutenção daAssistência Farmacêutica Básica – Pactuados CIB
2097. – Manutenção daAssistência Farmacêutica Básica Não Pactuados
10.302.15. –Atenção de Média eAlta ComplexidadeAmb. e Hospitalar Urgência e
Emergência
2145. – Manutenção do Serviço deAtendimento Móvel-SAMU
10.301.14. –Atendimento Básico a Saúde
2146. –Atenção a Rede Básica de Saúde da Família
33.90.30.00 – Material de Consumo
33.90.32.00 – Material de Distribuição Gratuita
VIGÊNCIA CONTRATUAL: 12 (doze) meses, contados a partir da data de
assinatura do Contrato.
VALORDOCONTRATO:R$ 133.600,42 (cento e trinta e três mil seiscentos reais
e quarenta e dois centavos).
GESTOREFISCALDOCONTRATO: Melissa Cristina Bento Brandolis
DATADEASSINATURA: 03 de Novembro de 2016.
Secretaria Municipal de Fazenda.
03
EXTRATOS
EXTRATO DO CONTRATO Nº 297/2016/DL/PMD
EXTRATO DO CONTRATO Nº 284/2016/DL/PMD
EXTRATO DO CONTRATO Nº 286/2016/DL/PMD
EXTRATO DO CONTRATO Nº 290/2016/DL/PMD
EXTRATO DO CONTRATO Nº 298/2016/DL/PMD
EXTRATO DO CONTRATO Nº 287/2016/DL/PMD
PARTES:
Município de Dourados
Cristália – Produtos Químicos Farmacêuticos Ltda.
PROCESSO: Pregão Eletrônico nº 002/2016.
OBJETO: refere-se à aquisição de medicamentos, objetivando atender demanda
da Secretaria Municipal de Saúde.
FUNDAMENTAÇÃOLEGAL:
Lei n. º 8.666/93 eAlterações Posteriores.
DOTAÇÃOORÇAMENTARIA:
12.00. – Secretaria Municipal de Saúde
12.02. – Fundo Municipal de Saúde
10.303.16. –Assistência Farmacêutica
2096. – Manutenção daAssistência Farmacêutica Básica – Pactuados CIB
2097. – Manutenção daAssistência Farmacêutica Básica Não Pactuados
10.302.15. –Atenção de Média eAlta ComplexidadeAmb. e Hospitalar Urgência e
Emergência
2145. – Manutenção do Serviço deAtendimento Móvel-SAMU
10.301.14. –Atendimento Básico a Saúde
2146. –Atenção a Rede Básica de Saúde da Família
33.90.30.00 – Material de Consumo
33.90.32.00 – Material de Distribuição Gratuita
VIGÊNCIA CONTRATUAL: 12 (doze) meses, contados a partir da data de
assinatura do Contrato.
VALORDOCONTRATO:R$ 13.420,00 (treze mil quatrocentos e vinte reais).
GESTOREFISCALDOCONTRATO: Melissa Cristina Bento Brandolis
DATADEASSINATURA: 03 de Novembro de 2016.
Secretaria Municipal de Fazenda.
PARTES:
Município de Dourados
Dimaci/PR – Material Cirúrgico Ltda.
PROCESSO: Pregão Eletrônico nº 002/2016.
OBJETO: refere-se à aquisição de medicamentos, objetivando atender demanda
da Secretaria Municipal de Saúde.
FUNDAMENTAÇÃOLEGAL:
Lei n. º 8.666/93 eAlterações Posteriores.
DOTAÇÃOORÇAMENTARIA:
12.00. – Secretaria Municipal de Saúde
12.02. – Fundo Municipal de Saúde
10.303.16. –Assistência Farmacêutica
2096. – Manutenção daAssistência Farmacêutica Básica – Pactuados CIB
2097. – Manutenção daAssistência Farmacêutica Básica Não Pactuados
10.302.15. –Atenção de Média eAlta ComplexidadeAmb. e Hospitalar Urgência e
Emergência
2145. – Manutenção do Serviço deAtendimento Móvel-SAMU
10.301.14. –Atendimento Básico a Saúde
2146. –Atenção a Rede Básica de Saúde da Família
33.90.30.00 – Material de Consumo
33.90.32.00 – Material de Distribuição Gratuita
VIGÊNCIA CONTRATUAL: 12 (doze) meses, contados a partir da data de
assinatura do Contrato.
VALOR DO CONTRATO: R$ 28.525,20 (vinte e oito mil quinhentos e vinte e
cinco reais e vinte centavos).
GESTOREFISCALDOCONTRATO: Melissa Cristina Bento Brandolis
DATADEASSINATURA: 03 de Novembro de 2016.
Secretaria Municipal de Fazenda.
PARTES:
Município de Dourados
Dimaster – Comércio de Produtos Hospitalares Ltda.
PROCESSO: Pregão Eletrônico nº 002/2016.
OBJETO: refere-se à aquisição de medicamentos, objetivando atender demanda
da Secretaria Municipal de Saúde.
FUNDAMENTAÇÃOLEGAL:
Lei n. º 8.666/93 eAlterações Posteriores.
DOTAÇÃOORÇAMENTARIA:
12.00. – Secretaria Municipal de Saúde
12.02. – Fundo Municipal de Saúde
10.303.16. –Assistência Farmacêutica
2096. – Manutenção daAssistência Farmacêutica Básica – Pactuados CIB
2097. – Manutenção daAssistência Farmacêutica Básica Não Pactuados
10.302.15. –Atenção de Média eAlta ComplexidadeAmb. e Hospitalar Urgência e
Emergência
2145. – Manutenção do Serviço deAtendimento Móvel-SAMU
10.301.14. –Atendimento Básico a Saúde
2146. –Atenção a Rede Básica de Saúde da Família
33.90.30.00 – Material de Consumo
33.90.32.00 – Material de Distribuição Gratuita
VIGÊNCIA CONTRATUAL: 12 (doze) meses, contados a partir da data de
assinatura do Contrato.
VALORDOCONTRATO: R$ 51.424,00 (cinquenta e ummil quatrocentos e vinte
e quatro reais).
GESTOREFISCALDOCONTRATO: Melissa Cristina Bento Brandolis
DATADEASSINATURA: 03 de Novembro de 2016.
Secretaria Municipal de Fazenda.
PARTES:
Município de Dourados
Farmace Indústria Quimico Farmacêutica Cearense Ltda.
PROCESSO: Pregão Eletrônico nº 002/2016.
OBJETO: refere-se à aquisição de medicamentos, objetivando atender demanda
da Secretaria Municipal de Saúde.
FUNDAMENTAÇÃOLEGAL:
Lei n. º 8.666/93 eAlterações Posteriores.
DOTAÇÃOORÇAMENTARIA:
12.00. – Secretaria Municipal de Saúde
12.02. – Fundo Municipal de Saúde
10.303.16. –Assistência Farmacêutica
2096. – Manutenção daAssistência Farmacêutica Básica – Pactuados CIB
2097. – Manutenção daAssistência Farmacêutica Básica Não Pactuados
10.302.15. –Atenção de Média eAlta ComplexidadeAmb. e Hospitalar Urgência e
Emergência
2145. – Manutenção do Serviço deAtendimento Móvel-SAMU
10.301.14. –Atendimento Básico a Saúde
2146. –Atenção a Rede Básica de Saúde da Família
33.90.30.00 – Material de Consumo
33.90.32.00 – Material de Distribuição Gratuita
VIGÊNCIA CONTRATUAL: 12 (doze) meses, contados a partir da data de
assinatura do Contrato.
VALOR DO CONTRATO: R$ 103.303,60 (cento e três mil trezentos e três reais e
sessenta centavos).
GESTOREFISCALDOCONTRATO: Melissa Cristina Bento Brandolis
DATADEASSINATURA: 03 de Novembro de 2016.
Secretaria Municipal de Fazenda.
PARTES:
Município de Dourados
Fresenius Kabi Brasil Ltda.
PROCESSO: Pregão Eletrônico nº 002/2016.
OBJETO: refere-se à aquisição de medicamentos, objetivando atender demanda
da Secretaria Municipal de Saúde.
FUNDAMENTAÇÃOLEGAL:
Lei n. º 8.666/93 eAlterações Posteriores.
DOTAÇÃOORÇAMENTARIA:
12.00. – Secretaria Municipal de Saúde
12.02. – Fundo Municipal de Saúde
10.303.16. –Assistência Farmacêutica
2096. – Manutenção daAssistência Farmacêutica Básica – Pactuados CIB
2097. – Manutenção daAssistência Farmacêutica Básica Não Pactuados
10.302.15. –Atenção de Média eAlta ComplexidadeAmb. e Hospitalar Urgência e
Emergência
2145. – Manutenção do Serviço deAtendimento Móvel-SAMU
10.301.14. –Atendimento Básico a Saúde
2146. –Atenção a Rede Básica de Saúde da Família
33.90.30.00 – Material de Consumo
33.90.32.00 – Material de Distribuição Gratuita
VIGÊNCIA CONTRATUAL: 12 (doze) meses, contados a partir da data de
assinatura do Contrato.
VALORDOCONTRATO:R$ 18.000,00 (dezoito mil reais).
GESTOREFISCALDOCONTRATO: Melissa Cristina Bento Brandolis
DATADEASSINATURA: 03 de Novembro de 2016.
Secretaria Municipal de Fazenda.
PARTES:
Município de Dourados
Geolab Indústria Farmacêutica S/A.
PROCESSO: Pregão Eletrônico nº 002/2016.
OBJETO: refere-se à aquisição de medicamentos, objetivando atender demanda
da Secretaria Municipal de Saúde.
FUNDAMENTAÇÃOLEGAL:
Lei n. º 8.666/93 eAlterações Posteriores.
DOTAÇÃOORÇAMENTARIA:
12.00. – Secretaria Municipal de Saúde
12.02. – Fundo Municipal de Saúde
10.303.16. –Assistência Farmacêutica
2096. – Manutenção daAssistência Farmacêutica Básica – Pactuados CIB
2097. – Manutenção daAssistência Farmacêutica Básica Não Pactuados
10.302.15. –Atenção de Média eAlta ComplexidadeAmb. e Hospitalar Urgência e
Emergência
Diário Oficial DOURADOS, MS SEXTA-FEIRA, 04 DE NOVEMBRO DE 2016 – ANO XVIII – Nº 4.325
Diário Oficial 04 – ANO XVIII – Nº 4.325
EXTRATOS
2145. – Manutenção do Serviço deAtendimento Móvel-SAMU
10.301.14. –Atendimento Básico a Saúde
2146. –Atenção a Rede Básica de Saúde da Família
33.90.30.00 – Material de Consumo
33.90.32.00 – Material de Distribuição Gratuita
VIGÊNCIA CONTRATUAL: 12 (doze) meses, contados a partir da data de
assinatura do Contrato.
VALOR DO CONTRATO: R$ 63.850,00 (sessenta e três mil oitocentos e
cinquenta reais).
GESTOREFISCALDOCONTRATO: Melissa Cristina Bento Brandolis
DATADEASSINATURA: 03 de Novembro de 2016.
Secretaria Municipal de Fazenda.
PARTES:
Município de Dourados
Laboratórios B. Braun S/A.
PROCESSO: Pregão Eletrônico nº 002/2016.
OBJETO: refere-se à aquisição de medicamentos, objetivando atender demanda
da Secretaria Municipal de Saúde.
FUNDAMENTAÇÃOLEGAL:
Lei n. º 8.666/93 eAlterações Posteriores.
DOTAÇÃOORÇAMENTARIA:
12.00. – Secretaria Municipal de Saúde
12.02. – Fundo Municipal de Saúde
10.303.16. –Assistência Farmacêutica
2096. – Manutenção daAssistência Farmacêutica Básica – Pactuados CIB
2097. – Manutenção daAssistência Farmacêutica Básica Não Pactuados
10.302.15. –Atenção de Média eAlta ComplexidadeAmb. e Hospitalar Urgência e
Emergência
2145. – Manutenção do Serviço deAtendimento Móvel-SAMU
10.301.14. –Atendimento Básico a Saúde
2146. –Atenção a Rede Básica de Saúde da Família
33.90.30.00 – Material de Consumo
33.90.32.00 – Material de Distribuição Gratuita
VIGÊNCIA CONTRATUAL: 12 (doze) meses, contados a partir da data de
assinatura do Contrato.
VALOR DO CONTRATO: R$ 10.179,60 (dez mil cento e setenta e nove reais e
sessenta centavos).
GESTOREFISCALDOCONTRATO: Melissa Cristina Bento Brandolis
DATADEASSINATURA: 03 de Novembro de 2016.
Secretaria Municipal de Fazenda.
PARTES:
Município de Dourados
Medcomerce Comercial de Medicamentos e Produtos Hospitalares Ltda.
PROCESSO: Pregão Eletrônico nº 002/2016.
OBJETO: refere-se à aquisição de medicamentos, objetivando atender demanda
da Secretaria Municipal de Saúde.
FUNDAMENTAÇÃOLEGAL:
Lei n. º 8.666/93 eAlterações Posteriores.
DOTAÇÃOORÇAMENTARIA:
12.00. – Secretaria Municipal de Saúde
12.02. – Fundo Municipal de Saúde
10.303.16. –Assistência Farmacêutica
2096. – Manutenção daAssistência Farmacêutica Básica – Pactuados CIB
2097. – Manutenção daAssistência Farmacêutica Básica Não Pactuados
10.302.15. –Atenção de Média eAlta ComplexidadeAmb. e Hospitalar Urgência e
Emergência
2145. – Manutenção do Serviço deAtendimento Móvel-SAMU
10.301.14. –Atendimento Básico a Saúde
2146. –Atenção a Rede Básica de Saúde da Família
33.90.30.00 – Material de Consumo
33.90.32.00 – Material de Distribuição Gratuita
VIGÊNCIA CONTRATUAL: 12 (doze) meses, contados a partir da data de
assinatura do Contrato.
VALOR DO CONTRATO: R$ 25.155,00 (vinte e cinco mil cento e cinquenta e
cinco reais).
GESTOREFISCALDOCONTRATO: Melissa Cristina Bento Brandolis
DATADEASSINATURA: 03 de Novembro de 2016.
Secretaria Municipal de Fazenda.
PARTES:
Município de Dourados
Promefarma Representações Comerciais Ltda.
PROCESSO: Pregão Eletrônico nº 002/2016.
OBJETO: refere-se à aquisição de medicamentos, objetivando atender demanda
da Secretaria Municipal de Saúde.
FUNDAMENTAÇÃOLEGAL:
Lei n. º 8.666/93 eAlterações Posteriores.
DOTAÇÃOORÇAMENTARIA:
12.00. – Secretaria Municipal de Saúde
12.02. – Fundo Municipal de Saúde
10.303.16. –Assistência Farmacêutica
2096. – Manutenção daAssistência Farmacêutica Básica – Pactuados CIB
2097. – Manutenção daAssistência Farmacêutica Básica Não Pactuados
10.302.15. –Atenção de Média eAlta ComplexidadeAmb. e Hospitalar Urgência e
Emergência
2145. – Manutenção do Serviço deAtendimento Móvel-SAMU
10.301.14. –Atendimento Básico a Saúde
2146. –Atenção a Rede Básica de Saúde da Família
33.90.30.00 – Material de Consumo
33.90.32.00 – Material de Distribuição Gratuita
VIGÊNCIA CONTRATUAL: 12 (doze) meses, contados a partir da data de
assinatura do Contrato.
VALOR DO CONTRATO: R$ 94.734,30 (noventa e quatro mil setecentos e trinta
e quatro reais e trinta centavos).
GESTOREFISCALDOCONTRATO: Melissa Cristina Bento Brandolis
DATADEASSINATURA: 03 de Novembro de 2016.
Secretaria Municipal de Fazenda.
PARTES:
Município de Dourados/MS
SERIEMAINDÚSTRIAGRÁFICAEEDITORALTDA-EPP.
PROCESSO: Pregão Presencial nº 103/2014.
OBJETO: Faz-se necessário a prorrogação do prazo de vigência contratual por
mais 06 (seis) meses, com início em 08/11/2016 e previsão de vencimento em
08/05/2017.
FUNDAMENTAÇÃOLEGAL:
Lei n. º 8.666/93 eAlterações Posteriores.
DATADAASSINATURA: 28 de outubro de 2016.
Secretaria Municipal de Fazenda.
PARTES:
Município de Dourados/MS
RESIDENCEHOTELLTDA-ME.
PROCESSO: Pregão Presencial nº 120/2014.
OBJETO: Faz-se necessário a prorrogação do prazo de vigência contratual por
mais 06 (seis) meses, com início em 09/11/2016 e previsão de vencimento em
09/05/2017.
FUNDAMENTAÇÃOLEGAL:
Lei n. º 8.666/93 eAlterações Posteriores.
DATADAASSINATURA: 07 de novembro de 2016.
Secretaria Municipal de Fazenda.
PARTES:
Município de Dourados/MS
CONSTRUTORAPECINILTDA.
PROCESSO:Tomada de Preço nº 024/2015.
OBJETO: Faz-se necessário a prorrogação do prazo de vigência contratual por
mais 07 (sete) meses, com início em 09/11/2016 e previsão de vencimento em
09/06/2017 e a prorrogação do prazo de execução de serviços por mais 09 (nove)
meses, com inícioem12/08/2016 e previsão de vencimentoem12/05/2017.
FUNDAMENTAÇÃOLEGAL:
Lei n. º 8.666/93 eAlterações Posteriores.
DATADAASSINATURA: 03 de novembro de 2016.
Secretaria Municipal de Fazenda.
EXTRATO DO CONTRATO Nº 295/2016/DL/PMD
EXTRATO DO CONTRATO Nº 296/2016/DL/PMD
EXTRATO DO CONTRATO Nº 302/2016/DL/PMD
EXTRATO DO 2° TERMO ADITIVO AO CONTRATO Nº 505/2014/DL/PMD
EXTRATO DO 2° TERMO ADITIVO AO CONTRATO Nº 529/2014/DL/PMD
EXTRATO DO 1° TERMO ADITIVO AO CONTRATO Nº 005/2016/DL/PMD
DOURADOS, MS SEXTA-FEIRA, 04 DE NOVEMBRO DE 2016
Processo Data Acusado/Interessado Decisão
PAD. 413/2015 24.06.2015 ROSIMEIRE FERNANDES DA SILVA ADVERTÊNCIA
PAD. 412/2015 24.06.2015 RUBENS FÉLIX DA SILVA SUSPENSÃO
PAD. 526/2015 17.07.2015 ASTÚRIO COUTINHO DO AMARAL ADVERTÊNCIA
PAD. 333/2015 11.05.2015 SÉRGIO DA COSTA CORREIA SUSPENSÃO
PAD. 410/2015 22.06.2015 MICHAEL JONES DA SILVA CAVALCANTE ADVERTÊNCIA
SIND. 1015/16 05.11.2015 SEC. MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO ARQUIVAMENTO
SECRETARIA MUNICIPAL DE ADMINISTRAÇÃO / DRH
Secretário Municipal de Administração
JOAO AZAMBUJA
1. DECISÃO
Nos termos do Art. 244, §3º, da Lei Complementar nº107 de 27 de Dezembro de 2006, fica
intimado (a) o (a) servidor (a) e seu (a) defensor (a) para, querendo, apresentar Recurso no prazo
de 20 dias.
EXTRATO DE PROCESSO ADMINISTRATIVO DISCIPLINAR E SINDICÂNCIA
ADMINISTRATIVA
Dourados – MS, 28 de Outubro de 2016.
05
FUNDAÇÕES/PORTARIA – FUNSAUD
PORTARIA Nº 053 DE 26 DE OUTUBRO DE 2016
Fábio Judacewski
Diretor Presidente-FUNSAUD
O PRESIDENTE DA FUNDAÇÃO DE SERVIÇOS DE SAÚDE DE
DOURADOS – FUNSAUD, no uso de suas atribuições que lhe são conferidas pelo
inciso IV, do artigo 22 do Estatuto da Fundação de Serviços de Saúde de Dourados,
homologado pelo decreto 1.072 de 14 de maio de 2014.
Considerando que o POP é a descrição sistematizada e padronizada de uma
atividade técnica-assistencial, com o intuito de garantir/atingir o resultado esperado
por ocasião de sua realização, livre de variações indesejáveis. O Procedimento
Operacional Padrão (POP), descreve cada passo crítico e sequencial.
Considerando que um POP se diferencia de uma rotina convencional, pois deve
apresentar uma estrutura mínima, composta por: definição, objetivo, material
utilizado, procedimento técnico, recomendações, responsabilidade e referências.
Considerando este manual uma ferramenta de gestão da qualidade que busca a
excelência na prestação do serviço, desta forma diminui consideravelmente os erros
nas ações rotineiras, de forma dinâmica, passível de evolução que busca profundas
transformações culturais na instituição, nos aspectos técnico e político-institucionais.
Aequipe do Serviço de Psicologia do Hospital daVida, elaborou no ano de 2015 a
primeira edição do Manual de Procedimento Operacional (POP) do Serviço de
Psicologia, e no ano de 2016 foi necessário a atualização do Manual para a
qualificação dos serviços prestados.
RESOLVE:
Aprovar a atualização da portaria referente ao documento que trata do Manual de
Procedimento Operacional (POP) do Serviço de Psicologia do Hospital daVida.
Diário Oficial DOURADOS, MS SEXTA-FEIRA, 04 DE NOVEMBRO DE 2016 – ANO XVIII – Nº 4.325
FUNDAÇÕES/POP – FUNSAUD
Procedimento Operacional Padrão do Serviço de Psicologia
HOSPITAL DAVIDA
Gerência de Desenvolvimento e Qualidade na Saúde/FUNSAUD
21/10/2016
SÚMARIO
ARTICULADORES DA IMPLEMENTAÇÃO DOS MANUAIS DE
PROCEDIMENTOOPERACIONALPADRÃOE PROTOCOLOS CLÍNICOS
NAFUNSAUD
Fábio José Judacewski
Diretor Presidente da FUNSAUD
O Procedimento Operacional Padrão (POP), é essencial para garantia da
padronização de tarefas a ser realizadas com os pacientes/usuários do SUS. Estes
garantem aos usuários uma assistência de qualidade, pois permite a equipe
sistematizar suas ações e seguir uma rotina padronizada, a ser realizada em todos os
setores da unidade hospitalar.
INTRODUÇÃO 7
ATRIBUIÇÕESDOPSICOLOGOHOSPITALAR 9
Intervenção Psicológica ao Paciente 10
Intervenção Psicológica á Família 15
Intervenção com a Equipe de Saúde 20
Acompanhamento de Estagiário 24
REFERÊNCIASBIBLIOGRÁFICAS 26
ANEXO 28
Diretor Presidente/FUNSAUD
DiretorAdministrativo/FUNSAUD
DiretorTécnico/FUNSAUD
Diretor Técnico Médico do Hospital daVida
Diretor Médico Clinico do Hospital daVida
Diretor Técnico Médico daUPADr.Afrânio Martins
Gerente de Unidade/FUNSAUD
Gerente de Unidade do Hospital daVida
Gerente de Unidade daUPADr.Afrânio Martins
GerenteAdministrativo daFUNSAUD
Gerente de Desenvolvimento e Qualidade na Saúde/FUNSAUD
Gerente de Integração e Desenvolvimento/FUNSAUD
Coordenação deAssistência à Saúde do Hospital daVida
CoordenaçãoAdministrativa do Hospital daVida
Coordenação deAssistência à Saúde daUPADr.Afrânio Martins
CoordenaçãoAdministrativa daUPADr.Afrânio Martins
Coordenação Dep. Pessoal e Gestão doTrabalhoFUNSAUD
Coordenação daTecnologia da Informação/FUNSAUD
Coordenador do Setor de almoxarifado/FUNSAUD
Coordenador do Setor de Compras/FUNSAUD
Encarregado do Setor de Finanças/FUNSAUD
Coordenador do Setor de Faturamento/FUNSAUD
Encarregado da Manutenção/FUNSAUD
ELABORAÇÃO,REVISÃOECOLABORADORES
Gisele de Oliveira Guarnieri da Silva – Supervisão deAssistência à Saúde
Josiane França Peralta Dan – Gerente de Desenvolvimento e Qualidade na Saúde
Priscila Bianchi Martins – Psicóloga
Silviane Krokozs – Psicóloga
INTRODUÇÃO
A Psicologia Hospitalar refere-se ao desdobramento da Psicologia Clínica na
instituição hospitalar. Neste contexto considera-se que o adoecer e o período de
internação marcam uma ruptura com o curso da vida, com as relações interpessoais,
com o trabalho e a vida produtiva. Diante destas circunstancias, e ainda nesse contexto
cabe ao psicólogo avaliar e intervir, através de acompanhamento sistemático, não
apenas sobre os efeitos do adoecer e do tratamento na realidade psíquica, mas também
destacar os aspectos psicológicos e a diversidade de vivências envolvidas no processo
do adoecer. Assim, cabe ao psicólogo com disponibilidade e capacitação técnica
conhecer o paciente muito além do seu nome, filiação, estado civil, profissão, qual é a
doença orgânica. (Lazzarettiet al 2007)
No hospital, onde o risco de vida e a possibilidade da morte estão presentes, o
psicólogo pode facilitar e/ou favorecer o curso da vida, como facilitador da
comunicação e da expressão humana através da linguagem, visando a representação e
a elaboração das vivências dos pacientes, oferecendo para tanto: avaliação e
acompanhamento de intercorrências psíquicas dos pacientes que estão ou serão
submetidos a procedimentos médicos, visando basicamente a promoção e/ou a
recuperação da saúde física e mental. (Lazzarettiet al 2007)
Cabe ao psicólogo hospitalar promover intervenções direcionadas à relação
médico/paciente, paciente/família, e paciente/paciente e do paciente em relação ao
processo do adoecer, hospitalização e repercussões emocionais que emergem neste
processo. Acolher e trabalhar com pacientes de todas as faixas etárias, bem como suas
famílias, em sofrimento psíquico decorrente de suas patologias, internações e
tratamentos. Assistir o paciente, sua família e a equipe de saúde; Triar; Realizar
avaliação diagnóstica em Psicologia; Realizar psicodiagnóstico; Formular e aplicar
protocolos durante hospitalização e/ou em ambulatórios; Realizar interconsultas;
Intervir de modo psicoterapêutico individualmente ou em grupo; Orientar
psicologicamente a família e a equipe de saúde; Realizar grupos operativos com
equipe de enfermagem; Registrar dados. Realizar supervisão e leitura técnica com
estagiários; Realizar cursos de formação; Realizar capacitação, orientação e
supervisão de estágios para acadêmicos e profissionais. Realizar pesquisas científicas
na área de saúde e Realizar publicações científicas. (Lazzaretti et al 2007)
Ao chegar a uma Unidade Hospitalar, o paciente vivencia um intenso sofrimento,
físico e psíquico, mediante ao medo e a dúvida sobre o que acontecerá consigo. Ele
vive um processo de despersonalização, que na maioria das vezes, leva-o a uma
ruptura social, uma espécie de abandono de sua rotina diária.
Mediante essa situação é que se vê a necessidade do serviço de psicologia dentro da
Unidade Hospitalar, uma vez que esta instituição é um lugar de relações sociais, que
oferece cuidados médicos, restauração da saúde e reabilitação psicorgânica ao
paciente.
O objetivo da psicologia hospitalar é oferecer atendimento/acompanhamento
psicológico ao paciente e a sua família, bem como trabalhar junto com a equipe
multiprofissional para amenizar o sofrimento do paciente ao atravessar a experiência
do adoecimento/internação.
Diante disto, faz-se necessário descrever os procedimentos para atuação do
Assistente Social que desempenha suas atribuições no Hospital daVida.
Um POP se diferencia de uma rotina convencional, pois deve apresentar uma
estrutura mínima, composta por: definição, objetivo, material utilizado, procedimento
técnico, recomendações, responsabilidade e referências. Contem normas e
procedimentos técnicos e administrativos estabelecidos para a execução das ações de
saúde, bem como outras informações significativas para o adequado, eficiente e eficaz
desenvolvimento do trabalho.
Aequipe do Serviço de Psicologia do Hospital daVida, elaborou no ano de 2015 a
primeira edição do Manual de Procedimento Operacional (POP) do Serviço de
Psicologia, e o ano de 2016 foi necessário a atualização do Manual para a qualificação
dos serviços prestados.
Institui-se assim, este presente Protocolo Operacional Padrão, visando, orientar as
atividades diárias a serem desenvolvidas pelos profissionais do Serviço de Psicologia
da Unidade Hospitalar da Fundação de Serviço de Saúde – FUNSAUD, por meio de
busca ativa (triagem psicológica, verificação de prontuário); b) Por solicitação de
profissional da equipe, do paciente ou da família (Pedido de Parecer/por
escrito/oralmente); c) Pela observação, do próprio profissional de Psicologia, de
comportamentos e reações emocionais, que indiquem a necessidade de atendimento.
ATRIBUIÇÕESDOPSICOLOGOHOSPITALAR
• Atuar junto à equipe interdisciplinar, acompanhando processos de acolhimento e
reflexão sobre a tarefa assistencial dentro do projeto e especificidade do serviço;
• Realizar observação, avaliação e acompanhamento dos pacientes e familiares
dentro de uma rotina de atendimento;
• Registrar o histórico, evolução e intervenções relativas ao enfermo e familiares
emprontuário;
• Acolher, preparar e acompanhar os familiares para que participem do processo de
cuidados do enfermo, junto à equipe;
• Coordenar grupos com os familiares;
• Acompanhar as informações médicas/equipes buscando facilitar o processo de
06
FUNDAÇÕES/POP – FUNSAUD
comunicação/compreensão desde a rotina de admissão até o encaminhamento final;
• Intervir junto à equipe no sentido de promover discussões, reflexões e ações sobre
o cuidado/humanização;
• Viabilizar campo para estágio, contribuído com a formação de novos
profissionais;
• Participar do processo de capacitação;
• Promover atividades de cunho preventivo para a comunidade institucional e
local.
1. Definição
Este POP tem a finalidade de descrever a intervenção do psicólogo, no contexto
hospitalar, ao paciente internado, levando em consideração que o “estar doente”
mobiliza defesas psicológicas, desencadeando quadros reativos de desadaptação
emocional que devem ser dialogados a fim de que o paciente consiga refletir sobre o
significado do seu adoecer.
A doença, a internação, o diagnostico, as intervenções cirúrgicas, enfim todos
trazem alterações profundas na vida do paciente e de sua família. Diante disso, o
psicólogo oferece esclarecimentos, orientações, acolhimento junto ao paciente e/ou
familiares.
Deve o psicólogo, assim como toda equipe hospitalar, considerar o paciente como
pessoa dotada de personalidade constituída por fatores bio-psico-socio-espirituais,
considerando assim o individuo comoumtodo, muito além do diagnóstico.
De acordo com Campos (1995), é necessário que o psicólogo leve o indivíduo a
conhecer suas potencialidades, perceber as relações com suas atitudes, sua doença e
seu contexto de vida, fortalecendo suas possibilidades pessoais de lidar com as
situações de crise, buscando evitar ou aliviar o sofrimento psicológico que causam.
No contexto hospitalar o psicólogo poderá ainda colaborar com a identificação e o
reconhecimento do que está acontecendo com o paciente, a fim de que este vivencie o
significado da hospitalização. É indispensável, por parte do psicólogo, uma atitude de
escuta, buscando identificar aspectos sociais ou somáticos que determinam o malestar.
Para Torres (2008), a hospitalização mobiliza a auto-estima, ansiedade e o medo,
do paciente, que quando hospitalizado, vive a experiência da dependência da equipe
multiprofissional, um grande sentimento de incapacidade, além do medo da morte,
aspecto sempre presente, cabendo ao psicólogo identificar, compreender e trabalhar
com o paciente todas as dificuldades decorrentes da hospitalização e da doença.
Para suas intervenções o psicólogo pode,ser solicitado ou ir ao encontro do
paciente e criar condições, para que ele se manifeste e contribua efetivamente para o
processo de reintegração física, psicológica e social. (Campos, 1995)
Ainda segundo Campos (1995), a assistência que o psicólogo presta ao paciente
colabora para que este se conscientize de suas responsabilidades frente à recuperação;
de seus deveres para com sua saúde, seu corpo e sua vida.
O paciente dentro do hospital deve ser visto, ouvido e considerado como o ser –
humano que é. Conforme afirma Torres (2008), apesar de o paciente estar acometido
por uma doença, quão grave ela seja, precisa se sentir ainda uma pessoa inteira, que
tem condições e potencialidades para superar sua enfermidade, contanto com apoio da
família e da equipe de saúde.
Dessa maneira o psicólogo ao trabalhar em situações agravantes, de risco de vida
iminente do paciente, deve oferecer-lhe a compreensão de que necessita, dar-lhe
dignidade e qualidade de vida dentro das possibilidades hospitalares, além de permitir
o crescimento pessoal e o autoconhecimento do paciente, de forma a favorecer a
conscientização de seu estado, para que a partir desse momento, essa pessoa possa
viver melhor, respeitando seus limites sem no entanto estagnar suas potencialidades.
2. Objetivo
• Restaurar a simbolização, buscando a palavra como forma de enfrentamento do
adoecer;
• Trabalhar junto com o paciente o resgate de aspectos de sua vida que foram
interrompidos pela doença;
• Alívio emocional das tensões e conflitos ocasionados pela situação de
adoecimento e hospitalização;
• Registrar em prontuário, seguindo as orientações do Conselho Federal de
Psicologia
•Avaliar de forma geral, seu estado emocional, possíveis seqüelas emocionais, sua
postura frente à doença, suas manifestações psíquicas e comportamentais, além de
funções como consciência, linguagem, percepção, memória, pensamento, motivação,
entre outros.
3. Metodologia
• Verificar a existência de solicitação (verbal ou escrita) de qualquer membro da
equipe; ou pela observação, do próprio profissional de Psicologia, de comportamentos
e reações emocionais, que indiqu0em a necessidade de atendimento
• RealizarTriagem psicológica nos Leitos;
•Acolhimento do paciente;
• Elaborar Estratégia de atendimento;
• Escuta qualificada
• Uso deTeorias e Técnicas de comunicação;
• Busca de informações que subsidiem o atendimento;
• Propor estudo ou discussão de casos a equipe multidisciplinar quando necessário;
• Registrar os Procedimentos na Ficha deAvaliação Multiprofissional;
• Realizar Encaminhamento quando necessário;
• Registrar atendimento na Planilha de Produção Mensal.
4. Responsabilidade
• Psicólogo
5. Público-alvo
• Paciente em Pronto-Socorro (Classificação de Risco e área verde) – as
intervenções nesse contexto têm por características serem: breves, focais e procuram
“resgatar” o equilíbrio emocional, a partir do oferecimento de uma escuta que permita
a explicitação do sofrimento. O acolhimento nesse contexto visa à escuta, a
valorização das queixas do paciente/família, além da identificação das suas
necessidades, sempre com respeito às diferenças. O atendimento psicológico no
pronto socorro pode auxiliar o tratamento médico, na medida em que sensibiliza a
equipe para aspectos emocionais, que dificultam a comunicação com o paciente,
facilita a implicação do paciente em seu tratamento, além de possibilitar e restaurar a
simbolização, buscando a palavra como forma de enfrentamento da situação
emergencial. (Constantino,2015.)
A atuação do psicólogo no pronto socorro está direcionado a escuta da urgência
subjetiva. Em outras palavras à escuta daquilo que é urgente para cada sujeito naquele
momento, minimizando assim os sentimentos de ansiedade, sintomas depressivos,
conflitos, desamparo, angustia, possibilidade da morte, perdas e outros, com vista a
“resgatar” o sujeito de seus aspectos psicológicos que promovem o sofri-mento diante
do adoecimento e necessidade de hospitalização (Sassi e Oliveira 2014)
• Paciente em Clinica Médica Feminina e Masculina: O atendimento psicológico
realizado nas Clínicas Médicas tem por objetivo oferecer suporte emocional ao
paciente e família durante todo o processo de adoecimento, tratamento e resolução da
doença (cura, paliação ou morte), no sentido de auxiliar na compreensão da vivência
do adoecimento, fortalecer as características resilientes, promover maior adesão ao
tratamento e, consequentemente, promover saúde mental aos envolvidos, como forma
de potencializar as possibilidades de autocuidado e melhora.
• Pacientes em Semi UTI (área Amarela e Vermelha) –Aatuação do psicólogo na
Semi-UTI fornece a estimulação psíquica, visual, orientação espaço temporal,
reforçar atividades compatíveis com seu quadro clínico; busca orientar os familiares
sobre as informações trazidas ao leito; orientar ainda sobre a dificuldade do paciente
hospitalizado em falar, responder, devido o estado de sedação, por estar entubado, o
que muitas vezes assusta em demasia os familiares e estes manifestam seus desesperos
na frente do paciente, provocando ainda mais angústia.Assim cabe ao psicólogo nesse
contexto trabalhar terapeuticamente a relação emocional do paciente com a sua
doença e/ou momento de crise pela necessidade de permanência na Semi-UTI;
orientar o paciente durante o processo de internação, avaliando o quadro psíquico e
intercorrências emocionais; favorecer a expressão não verbal do paciente entubado ou
sem possibilidade de comunicação verbal, através de técnicas adaptativas à situação,
aliviando o estresse, sempre com caráter preventivo em saúde mental; favorecer a
expressão de sentimentos e emoções dos pacientes, sobre seu tratamento e sobre sua
experiência e vivência neste setor; ampliar, através de técnicas psicológicas, a
consciência adaptativa do doente frente ao ambiente estressor, levando em conta o
caráter deste paciente e seus recursos internos de enfrentamento; acompanhar e
preparar psicologicamente os familiares de pacientes em situações críticas como préóbitos
ou morte súbita, morte encefálica, comas, e impacto de eventos traumáticos;
prevenir a saúde mental de familiares que apresentam reações neurovegetativa
próprias do ambiente crítico, tais como: desmaios, perdas de equilíbrio, sudoreses,
quedas de pressão, surtos psicóticos, reações histéricas, frente à emoção de ver seu
familiar internado num setor restrito, através de entrevistas e atendimentos anteriores
à entrada no setor, oferecendo condições para expressão de dúvidas, fantasias, falsos
conceitos em relação à doença e à necessidade de permanência do paciente na UTI;
(RODRIGUES, 2015)
• Pacientes em Clinica Cirúrgica – O paciente cirúrgico tende a mudar suas reações
frente a cirurgia, alguns refinam seu auto controle, negam o perigo. Adotando essa
postura o paciente se protege contra um medo e sofrimento avassaladores, mas se
entrega também a um papel passivo no tratamento. Debaixo da contenção emocional
de um paciente cirúrgico há sempre um medo e um pavor terríveis, medo da dor, da
anestesia, medo de sentir medo, de ficar desfigurado ou incapacitado, de morrer,
assim, cabe ao psicólogo ouvir e discutir sobre seus medos e ansiedades,
desmistificando suas fantasias e conversando sobre suas angustias, orientando sobre a
adesão do tratamento e sobre os possíveis procedimentos necessários.
• Paciente da Pediatria – A atuação do psicólogo nesse contexto buscara a
diminuição do sofrimento inerente ao processo do adoecer e hospitalização. Atuara no
sentido de fazer com que a hospitalização e a situação de doença sejam compreendidas
tanto pela criança como pela família, a fim de evitar situações difíceis e traumáticas.
Utilizando o método lúdico (“Brincando” e “conversando”), com o psicólogo, as
crianças expressam seus medos, dúvidas, angústias, buscando aliviar o sofrimento,
caminhando para uma recuperação mais rápida.
• Pacientes Amputados – Sofrer a perda de um ou mais membros traz ao paciente
ansiedades sobre o futuro. No processo de amputação o paciente sofre com a idéia de
limitação em suas atividades futuras, com a alteração da sua imagem corporal em
virtude da mutilação de parte de seu corpo e, com isso, manifesta reações psicológicas
como forma de enfrentar estas questões e lidar melhor com a situação. Cabe ao
psicólogo observar os mecanismos de enfrentamento utilizados, ajudando-o na
aceitação de sua nova condição.
• Pacientes Suicidas – Trabalhar com os sentimentos de culpa, impotência, raiva,
fracasso, revolta e autopiedade, na tentativa de reverter o quadro e trazer o paciente
Diário Oficial DOURADOS, MS SEXTA-FEIRA, 04 DE NOVEMBRO DE 2016 – ANO XVIII – Nº 4.325
Página: 10/14
Intervenção Psicológica ao Paciente
Edição/Revisão:001/2016 Codificação: 0002
Implantado: 21/10/2016 Validade: 24 meses
Validado por:
Josiane França Peralta Dan
Assinatura e Carimbo
Elaborado por:
Psicóloga Gisele de Oliveira Guarnieri da Silva– CRP 14/04880-7
Psicóloga Priscila Bianchi Martins – CRP 14/06155-4
Psicóloga Silviane Krokozs – CRP 14/06054-5
Revisado por:
Priscila Bianchi Martins
07
FUNDAÇÕES/POP – FUNSAUD
para vínculos vitais necessários para enfrentamentos das consequências de seus atos.
Realizando encaminhamentos para tratamento ambulatoriais necessários.
• Pacientes em Estado Terminal – observar suas necessidades especiais
identificadas, para que possa ter a qualidade de vida preservada nesta fase da vida, bem
como trabalhar os sentimentos de impotência, frustação e medo.Atentar apara a escuta
qualificada do paciente e seus familiares; e atender, na medida do possível, as
orientações daAcademia Nacional de Cuidados Paliativos.(ANCP, 2012)
• Pacientes com permanência prolongada – Trabalhar com os aspectos emocionais
decorrentes ao longo período do processo de hospitalização.
• Pacientes da cultura Indígena – Oferecer uma escuta qualificada, seguindo as
orientações do Conselho Regional de Psicologia da 6ª Região no que diz respeito a
atuação do profissional de psicologia e os povos indígenas. (CRPSP, 2010)
• Pacientes em UTI – A Unidade de Terapia Intensiva do Hospital da Vida é
administrada pela Empresa Intensicare, dessa forma o serviço de psicologia é
oferecido pela empresa e segue procedimento próprio.
1. Definição
Este POP tem a finalidade de registrar e descrever a atuação do psicólogo
hospitalar com as famílias dos pacientes, considerando as dificuldades e necessidades
advindas do adoecimento deumdos membros da família.
Entendemos por família a unidade social aproximadamente ligada ao paciente,
podendo ou não ter laços legais ou de consangüinidade. O cuidado com familiares é
importante, pois suas ansiedades e fantasias podem reverte-se em desconfianças em
relação a equipe médica, não participação e insatisfação com o tratamento. No
entanto, quando bem instruídos, os familiares podem exercer um papel benéfico junto
ao paciente internado, auxiliando na minimização de fatores geradores de ansiedades e
angustias.
O adoecer tem significações distintas para cada pessoa, depende de questões
culturais, religiosas e ambientais. Mas independente do significado do “estar doente”,
a família, na maioria das vezes, esta presente no processo de hospitalização de um dos
seus membros. Porém esse processo gera diversas mudanças no ambiente familiar,
pois todos passam a se organizar voltados á assistência ao sujeito hospitalizado.
Segundo Lustosa (2007), a doença, determina a interrupção do previsto, a
desordem do costumeiro, a urgência do enfrentamento do duvidoso, do temível, do
desconhecido. Instala-se, quase sempre, uma crise, determinando um momento
complicado na vida de qualquer um. Esta crise trazida pelo advento de uma doença
sustenta uma ruptura com o estilo de vida anterior, uma perda do conhecido
andamento da vida, uma situação de risco, uma mudança não buscada, significando,
muitas vezes uma transição importante e significativa, até mesmo para a morte, o que,
emnossa cultura, assusta sobremaneira.
Perante um processo de hospitalização, a família se defronta com muitas
dificuldades, citadas a seguir, porLUSTOSA(2007):
1. Falta de informações adequadas sobre o estado de seu ente querido: nem sempre
a equipe de saúde sabe o que informar à família, sobre o estado do paciente, ou mesmo
tem disponibilidade interna e/ou externa para tal;
2. Ritmo de vida incompatível com horários hospitalares: na vida atual, apressada,
agitada e cada vez mais complexa, é comum que não se tenha tempo disponível,
durante o dia , para visitas e acompanhamento de pacientes em internação hospitalar.A
família se vê frente a desafios na hora de eleger o(s) membro (s) que acompanharão o
paciente em sua estada no hospital.Tarefa sempre difícil, além de se considerar, que na
maioria dos hospitais, horários de visita não são sempre compatíveis com a vida dos
membros da família que tem seus empregos, afazeres, tarefas, etc;
3. Papel do paciente na dinâmica familiar:emalguns casos, o paciente desempenha
fundamental papel de apoio financeiro e/ou emocional da família, ficando esta sem
poder contar com esse papel. Pode ser que seja o membro a quem cabe decisões em
momentos importantes, e neste, alguém preciso substituí-lo:
4. A família, nem sempre tem contato fácil com o médico responsável pelo caso,
dado o estilo de sobrecarga de trabalho da categoria médica em nosso país. Com esta
dificuldade, à família faltam, além de importantes informações, apoio deste
profissional, que em muito poderia auxiliar no enfrentamento e esclarecimentode
situação.
5. Responsabilidade frente a decisões difíceis: não raro, a família se vê frente a
exigências de tomadas de decisões angustiantes (amputações, medicamentos,
procedimentos invasivos, internação em CTI, etc), enfrentando situações com intenso
nível de ansiedade e dúvidas.
Todas essas dificuldades fazem com que a família manifeste sentimentos
negativos de insegurança, medo, confusão, ambivalência, tristeza, entre outros, e
esses são alguns contexto de intervenção do psicólogo hospitalar.
Uma das atuações do psicólogo para tratar dos familiares do paciente ocorre
quando a hospitalização de um membro familiar gera uma crise e torna-se necessário
uma reorganização para atingir novamente o equilíbrio. Geralmente o familiar
também vivencia uma situação de crise definida pelo sentimento de impotência diante
da doença e seu temor à morte; pela dificuldade em entender e elaborar o que se passa
com o paciente; pelo distanciamento imposto pelo ambiente físico do hospital; pelo
sentimento de impotência sobre o sofrimento do paciente; enfim, pela dificuldade de
entraremcontato com seus próprios sentimentos. (MELO, 2007)
Lustosa (2007), ressalta que também faz-se necessário detectar os focos de
ansiedade e de dúvidas entre o grupo familiar, levando à sua extinção ou diminuição.
Além destas tarefas, ao Psicólogo Hospitalar deve também caber a aproximação do
grupo familiar à equipe de saúde, facilitando a comunicação entre eles, para que
contribuam para o tratamento do membro necessitado. Além de dar apoio à
reestruturação da estrutura familiar, que neste momento pode ter sido fortemente
abalada, e conseqüentemente, comprometer o enfretamento de toda esta situação de
crise.
A família, ao receber a notícia da doença e/ ou hospitalização de um de seus
membros, desequilibra-se, podendo até mesmo desenvolver algum tipo de patologia
em decorrência do estresse. Dessa forma, deve ser assistida e acompanhada pelo
psicólogo. Ela é importante para nos dar informações sobre o paciente e também como
objeto de nossa intervenção. Muitas vezes, a desestrutura do grupo familiar é tão
grande que não conseguem entender os procedimentos do hospital e tampouco as
informações dadas sobre o tratamento de seu parente. Nesse caso, é importante que o
psicólogo esteja atento a essa dinâmica e indique à equipe médica qual seria a pessoa
da família mais centrada para receber as instruções diagnósticas e terapêuticas.
(GUEDES, 2006)
Percebe-se que o psicólogo faz sua intervenção profissional atingindo a família do
hospitalizado no sentido de compreendê-los e oferecer-lhes o suporte necessário para
que possam enfrentar a situação atual.
Apartir da contextualidade em relação ao acompanhamento psicológico à família
do paciente, Campos (1995), esclarece que o psicólogo contribui na conscientização
da situação do momento, tanto da pessoa do paciente, de seus familiares e da demanda
que os mesmos enfrentam no tratamento hospitalar. Com isso observa-se que para a
família do paciente conseguir enfrentar com tranqüilidade a doença do seu parente é
necessário este apoio e acompanhamento psicológico.
Ainda segundo Campos (1995), a família necessita de oportunidades para
verbalizar sobre a doença do hospitalizado, como também de sentimentos e
comportamentos que os acompanham durante esse período de enfrentamento da
doença junto ao paciente.
O psicólogo orienta a família nos casos de internação, nos períodos de volta à casa
e nos retornos ao hospital. Também nos casos de alta, saída do hospital, permanência
em casa, reintegração às atividades familiares e sociais, ou retorno à vida cotidiana. É
cabível que o psicólogo incentive os familiares a perguntar sobre a evolução,
tratamento da doença, devendo esta conduta ser considerada um direito da família e do
paciente. (CAMPOS, 1995, p.95)
Conforme conferido acima o papel do psicólogo é também de auxiliar os familiares
em todos os sentidos, participando ativamente da rotina da família, podendo informar
detalhes sobre a doença, oferecer segurança, falar de seus medos, das resistências,
incentivá-los e construir vinculo entre a equipe e a família.
Nos casos de morte o psicólogo estará disposição para a família, acolhendo-os e
direcionando-os a elaboração do processo de luto. E ao atender a família é
significativo que o profissional faça o entrosamento com o meio social do
hospitalizado para que o mesmo possa se readaptar a sua forma de vida anterior ao
acontecido.
2. Objetivo
• Compreender o funcionamento familiar, sua dinâmica e estrutura frente à doença,
a fim de conhecer e identificar possíveis dificuldades subjacentes a situação de
hospitalização, bem como garantir um espaço livre para expressão de sentimentos,
conflitos e duvidas, visando o acolhimento e consequentemente a contribuição dos
familiares na adaptação do paciente ao tratamento.
• Identificar e se possível minimizar as fontes estressoras com o intuito de melhorar
a qualidade da colaboração dos familiares, por consequência, possibilitarmos
melhores condições para o restabelecimento do paciente.
•Acolher os membros envolvidos buscando estabelecer diálogo e adaptação diante
da nova realidade. Para isto é preciso ouvir a família a respeito do que sentem e suas
necessidades, além de informá-los sobre como participar positivamente do
tratamento.
3. Metodologia
• Verificar a existência de solicitação (verbal ou escrita) de qualquer membro da
equipe; ou pela observação, do próprio profissional de Psicologia, de comportamentos
e reações emocionais, que indiquem a necessidade de atendimento;
•Acolhimento;
• Elaborar Estratégia de atendimento;
• Escuta qualificada
• Uso deTeorias, Técnicas e Comunicação;
• Busca de informações que subsidiem o atendimento;
• Propor estudo ou discussão de casos a equipe multidisciplinal quando necessário;
• Registrar os Procedimentos na Ficha deAvaliação Multiprofissional;
• Realizar Encaminhamento quando necessário;
• Registrar atendimento na Planilha de Produção Mensal.
4. Responsabilidade
Psicólogo
5. Público-alvo
Familiares eAcompanhantes de Pacientes
Diário Oficial DOURADOS, MS SEXTA-FEIRA, 04 DE NOVEMBRO DE 2016 – ANO XVIII – Nº 4.325
Página: 15/19
Intervenção Psicológica á Família
Edição/Revisão:001/2016 Codificação: 0002
Implantado: 21/10/2016 Validade: 24 meses
Validado por:
Gisele de Oliveira Guarnieri da Silva
Elaborado por:
Psicóloga Gisele de Oliveira Guarnieri da Silva– CRP 14/04880-7
Psicóloga Priscila Bianchi Martins – CRP 14/06155-4
Psicóloga Silviane Krokozs – CRP 14/06054-5
Revisado por:
Silviane Krokozs
Assinatura e Carimbo
08
FUNDAÇÕES/POP – FUNSAUD
1. Definição
Este POP tem a finalidade de descrever a intervenção do Psicólogo com a Equipe
de Saúde, visto que muitas vezes o contexto de vida e aspectos subjetivos do paciente
atendido fica em segundo plano devido ao tempo, aos procedimentos, a quantidade de
profissionais, mesmo sendo componentes importantes para melhor atender e lidar
com o processo de hospitalização.
OPsicólogo no contexto hospitalar tem como principal objetivo a minimização do
sofrimento provocado pela hospitalização, para tanto, inicialmente é necessário que o
espaço da psicologia no ambiente hospitalar seja conhecido pela equipe e pelo próprio
paciente, uma vez que ainda existem muitas dúvidas sobre a real atuação do psicólogo
hospitalar, sendo necessário o psicólogo deixar torna-se conhecido pela equipe de
saúde.
Primeiramente, ao entrar no ambiente hospitalar é necessário que o psicólogo
conheça todos os setores e particularidades do hospital, bem como compreender todas
as atribuições dos integrantes da equipe de profissionais que ali trabalham, para assim
poder implantarumserviço eficaz de psicologia dentro do ambiente médico, sendoum
serviço psicológico que vá de encontro com os objetivos institucionais, sem o perigo
de se perder a unidade multidisciplinar.
Para Melo (2007), a psicologia hospitalar está fundamentada em prática
interdisciplinar. Assim, na instituição hospitalar, o psicólogo deve abrir seu horizonte
saindo dessa forma do seu consultório e entrar em contato com os outros profissionais
da saúde, o que determina multiplicidade e uniformidades dos objetivos a serem
atingidos, realçando as relações de troca entre os membros.
A equipe interdisciplinar formada por médicos, em suas diversas especialidades,
residentes acadêmicos, enfermeiros, assistentes sociais, nutricionistas, fisioterapeutas
ocupacionais, psicólogos e outros, deverão atuar como um grupo junto aos pacientes e
aos familiares. No trabalho em equipe interdisciplinar há a necessidade de uma interrelação
entre os diferentes profissionais, os quais devem ver o paciente como um todo,
numa atitude humanizada; faz-se necessário também que o psicólogo transmita seus
conhecimentos e percepções do paciente aos demais membros da equipe, a fim de que
estes possam ter uma visão integral do paciente. Obtendo uma melhor compreensão da
situação do paciente e, dessa maneira, criando espaços para as manifestações
emocionais do paciente e sua família. (MELO,2007)
De acordo com Campos (1995), o psicólogo hospitalar, trabalhando em equipe,
precisa buscar conscientizar os demais membros da equipe para o trabalho
interdisciplinar, facilitando a comunicação entre os membros da equipe, sendo, muitas
vezes, o interlocutor entre os membros da equipe entre si e com os pacientes e
familiares.
Dessa forma ficará mais fácil a comunicação entre todos os profissionais, pois cada
um saberá diferenciar sua função com determinado paciente, e saberá traçar objetivos
e fazer um planejamento para cada caso, sabendo orientar a família do paciente no que
for preciso.
Ainda citando Campos (1995), destaca-se que para facilitar este trabalho
interacional, o psicólogo poderá organizar grupos para reuniões científicas e
discussões de casos clínicos objetivando aprimorar cada vez mais o atendimento aos
pacientes, através da estruturação de condutas discutidas em equipe. Com esta visão
integrada do paciente, considerando os aspectos físicos e emocionais, o psicólogo
poderá, com a equipe, efetivar as atividades de diagnóstico e de terapia, detectando os
aspectos mais fantasiosos ou irreais que estejam interferindo no aparecimento da
doença, na sua evolução e no processo de recuperação.
É importante que o profissionais ajam com confiança uns nos outros, indicando,
quando julgar necessário, no caso da psicologia, a possibilidade de atendimento
psicológico, colaborando e mostrando o que pode fazer, numa linguagem comum, e,
por outro lado, sempre procurar conhecer a linguagem dos outros profissionais.
Otrabalho em equipe, sem dúvida, acrescenta conhecimentos e divide ansiedades,
favorecendo, dessa maneira, o surgimento de soluções e, todo o trabalho feito nesse
sentido, beneficiará a promoção de uma melhoria na qualidade de vida do paciente.
É primordial que a equipe de saúde concentre esforços no sentido de humanizar
relações e intervenções durante o processo de hospitalização. O relacionamento do
paciente com a equipe de saúde precisa ser desenvolvido dentro da compreensão de
que os profissionais que atuam no setor estão comprometidos entre si comumobjetivo
comum: o seu restabelecimento. (TONETTOeGOMES,2007)
De forma contrária, o desconhecimento dos limites de atuação de cada profissional
pode gerar no paciente uma incerteza muito grande sobre este processo de
restabelecimento. Um relacionamento precário entre o paciente e a equipe de saúde
pode determinar inclusive sofrimento ao paciente que transcende à própria
enfermidade. É papel do psicólogo cuidar para que esse relacionamento ocorra de
maneira satisfatória, intervindo de modo a levar esses profissionais a uma constante
reflexão sobre as atitudes a serem adotadas para que o setor funcione de forma
harmoniosa.
Cabe também ao psicólogo, estudar junto com a equipe o período de internação
necessário para que não surjam outros problemas decorrentes do distanciamento
familiar, da sensação de abandono, da insegurança do afastamento de casa, família e
pertences.Também pode organizar as visitas e as presenças dos familiares a fim de que
o hospital estabeleça normas adequadas de bem estar físico, psíquico e social ao
paciente. (CAMPOS, 1995).
O psicólogo atua também, na orientação aos funcionários, quando necessário,
buscando reduzir o stress daqueles que tem como função cuidar do paciente. Também
a equipe hospitalar sente necessidade da colaboração do psicólogo para superar
dificuldades de lidar com alguns pacientes, por causa de barreiras pessoais ou
envolvimentos emocionais.
2. Objetivo
Opsicólogo tem como objetivo trabalhar a equipe conforme queixas referentes aos
pacientes, orientando para o contato com paciente e familiar, intervindo conforme
necessidade de cada caso;
3. Metodologia
• Formalização de espaços de troca de experiências, escuta da angústia e reflexão
sobre a prática;
• Propor a integração da equipe;
• Realizar atividades que favoreçam os processos de humanização na relação entre
profissionais da saúde e paciente/familiares.
• Repassar orientações e informações referentes aos aspectos emocionais do
paciente ou da família a fim de beneficiá-los no aprimoramento de sua tarefa;
• Articular com a equipe multiprofissional para a realização de Estudos de casos
referentes aos pacientes que demandamumPlano deAtendimento;
• Realizar Orientações Individuais;
4. Responsabilidade
Psicólogo
5. Público-alvo
Equipe de Saúde
1. Definição
OArt. 1.º da Lei 11.788/2008 assim define o estágio:
Estágio é o ato educativo escolar supervisionado, desenvolvido no ambiente de
trabalho, que visa à preparação para o trabalho produtivo de educandos que estejam
freqüentando o ensino regular em instituições de educação superior, de educação
profissional de ensino médio, da educação especial e dos anos finais de ensino
fundamental, na modalidade profissional da educação de jovens e adultos.
O estágio em Psicologia como ato educativo escolar deverá ter acompanhamento
efetivo pelo professor orientador da instituição de ensino, e por supervisor da parte
concedente, comprovado por vistos nos relatórios referidos no inciso IV do caput do
art. 7º desta Lei e por menção de aprovação final
2. Objetivo
Inserir o estagiário na dinâmica do exercício profissional e da instituição além de
orientar o estagiário sobre o processo de trabalho do Psicólogo e da equipe
multiprofissional.
3. Metodologia
• Solicitar ao aluno o requerimento de solicitação de estágio curricular no Comitê
de Estágios;
• Para concessão do Estagio na FUNSAUD é necessário orientar o estagiário a
procurar a Gerência de Desenvolvimento e Qualidade na Saúde a fim de solicitar o
estágio de acordo com as normativas do CGEPET – Comitê Gestor de Estágios,
Projetos, Pesquisas, Extensões eTrabalhos;
•Após aprovação pelo CGEPET o estagiário será acolhido e encaminhado ao setor
do Serviço de Psicologia para iniciar suas atividades;
• Solicitar ao Estagiário a leitura de material que subsidia a atuação profissional:
legislação referente ao trabalho do psicólogo hospitalar, os POPs, a legislação
referente à Hospital de Urgência e Emergência e outros relacionados ao serviço;
• O Estagiário, num primeiro momento, acompanhará o Psicólogo em seus
processos de trabalho, a fim de aproximar-se da realidade profissional e institucional;
Paralelo a isto, espera-se que o Estagiário construa sua percepção sobre a realidade
institucional, com base nas discussõesemsupervisão;
•Apartir da avaliação do estagiário sobre sua apreensão dos processos de trabalho,
espera-se a inserção gradativa do mesmo, em campo, no exercício das ações,
planejamento, elaboração de documentação específica, interação com equipe
multiprofissional, abordagem/ atendimentos aos usuários e famílias/acompanhantes;
• O Psicólogo é responsável, durante a vigência do Estágio, pelas ações a serem
desenvolvidas pelo Estudante.
4. Responsabilidade
Psicólogo
5. Público-Alvo
Familiares eAcompanhantes
Diário Oficial DOURADOS, MS SEXTA-FEIRA, 04 DE NOVEMBRO DE 2016 – ANO XVIII – Nº 4.325
Página: 20/23
Revisado por: Validado por:
Intervenção com a Equipe de Saúde
Edição/Revisão: 001/2016 Codificação: 0002
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Psicóloga Gisele de Oliveira Guarnieri – CRP 14/04880-7
Psicóloga Priscila Bianchi Martins – CRP 14/06155-4
Psicóloga Silviane Krokozs – CRP 14/06054-5
Josiane França Peralta Dan
Assinatura e Carimbo
Gisele de Oliveira Guarnieri da Silva
Página: 24/25
Acompanhamento de Estagiário
Edição/Revisão:001/2016 Codificação: 0002
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Psicóloga Silviane Krokozs – CRP 14/06054-5
Revisado por:
Priscila Bianchi Martins
09
FUNDAÇÕES/POP – FUNSAUD
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ANEXO
(TRIAGEM PSICOLÓGICA)
ACADEMIA NACIONAL DE CUIDADOS PALIATIVOS. ANCP Org:
Carvalho, R.T. Parsons, H.A., Manual de Cuidados Paliativos Ampliado e atualizado
2º Ed 2012
BRUSCATO, W.L. BENEDETTI, C. LOPES, S.R.A. A Pratica da Psicologia
Hospitalar na Santa Casa de São Paulo: Novas paginasemuma antiga historia. 2004
CAMPOS, L.C.P. Psicologia Hospitalar: A atuação de psicólogos em hospitais.
São Paulo: EPU, 1995.
CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA da 6ª Região (org). Psicologia e
povos indígenas / Conselho Regional dePsicologia da 6ª Região – São Paulo: CRPSP,
2010.
COPPE, A. A. F. MIRANDA, E. M. F. O psicólogo diante da urgência no Pronto
Socorro. In V. A. Angerami-Camom (Org.), Urgências psicológicas no hospital (pp.
61-80). São Paulo: Pioneira. 2002.
CONSTANTINO, L. Reflexão sobre atuação no pronto socorro do Hospital
Municipal do Campo Limpo no contexto de urgência e emergência (2015) no prelo.
CONSELHO REGIONALDE PSICOLOGIA. Psicologia e povos indígenas / São
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FIGHERA, J.VIERO, E.V.Oolhar da equipe e usuários deumhospital geral sobre
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12-20
GUEDES, C. R.A supervisão de estágio em psicologia hospitalar no curso de
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www.nead.uncnet.br/revista/psicologia
RODRIGUES, K.R.B A ATUAÇÃO DO PSICÓLOGO HOSPITALAR NA
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SIMONETTI.A. Manual de Psicologia Hospitalar:Omapa da Doenca. São Paulo:
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SILVEIRA. A.M.V. Estudo do campo da Psicologia Hospitalar calcado nos
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2 0 1 0 . D i s p o n í v e l e m :
http://www1.pucminas.br/documentos/dissertacao_andrea_maria.pdf
TONETTO, A. M., GOMES, W. B. A prática do psicólogo hospitalar em equipe
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TORRES, T. L. O Psicólogo Centrado na Pessoa e a Instituição Hospitalar. Ano
2008 nº 055. Disponível em: <HTTP://www.apacp.org.br/art055.html.
URBINI, M. P.Oserviço de Psicologia Hospitalar visto por familiares de pacientes
internados em UTI neo-pediátrica, São Paulo, 2007. Disponível
emwww.psicocare.net/psicologia/arquivos/monografia_sepaco.doc
Diário Oficial DOURADOS, MS SEXTA-FEIRA, 04 DE NOVEMBRO DE 2016 – ANO XVIII – Nº 4.325
Fundação de Serviços de Saúde de Dourados-FUNSAUD
Gerencia de Desenvolvimento e qualidade na Saúde
Hospital da Vida
Triagem- Psicologia Hospitalar
1 – Identificação Data da triagem: ___/____/______
Nome: ______________________________________________________ Idade: __________
Sexo: ?F ?M Ala/leito: ______________________________________________Nº prontuário:
Estado civil: ?Solteiro ?Casado ?Viúvo ?Separado ?Outro. ________________________
Empreg: ?Sim ?Não Profissão: ________________________________
Religião: ?Católico ?Evangélico ?Testemunha de Jeová ?Budista ?Outra: ____________
2 – Limitações
Patologia Limitante: ?Não ?Sim:?auditiva ?visual ?motora ?fala ?outra
Alteração no nível de
consciência.
?Sim ?Não
Choro frequente. ?Sim ?Não
Queixa-se de
tristeza/solidão.
?Sim ?Não
Transtorno emocional
evidente.
?Sim ?Não
Pensamento
Organizado.
?Sim ?Não
Linguagem coerente/
organizada
?Sim ?Não
Fluente em outro
idioma
?Sim ?Não
Atenção preservada. ?Sim ?Não
Orientação
auto/alopsíquica
preservada.
?Sim ?Não
Memória preservada. ?Sim ?Não
Expressão de afeto
condizente.
?Sim?Não
Adequação do sono ?Sim ?Não
Abuso de: ?Álcool
?Drogas ? Auto
Medicação ?Outros
Recusa/resistência ao
cuidado ou tratamento.
?Sim ?Não
6- – Procedimento adotado
( ) Acompanhamento
psicológico durante a
internação
( )Encaminhamento para assistente social
( )Monitoramento ( )Solicitação de visita multiprofissional
( )Outro:
__________________
Informante: ( ) próprio paciente ( ) outro ________________________________
Contato telefônico:
Adaptação à
internação
?Sim ?Não
3 – Acompanhamento durante a hospitalização
Acompanhante: ?Não ?Sim: ?pais ?cônjuge ?outros:________________
Nome_________________________________________Contato____________
4– Aspectos Emocionais e Cognitivos.
5 – Com relação à equipe de saúde e internação
ATA Nº 18/2016 DA REUNIÃO ORDINÁRIA DO COMITÊ DE
INVESTIMENTOS DO INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA SOCIAL DOS
SERVIDORESDOMUNICÍPIODEDOURADOSEM25/10/2016.
Aos vinte e cinco dias do mês de outubro do ano de dois mil e dezesseis, às sete
horas e trinta minutos, na sala de reunião do Instituto de Previdência Social dos
Servidores do Município de Dourados, nesta cidade de Dourados, Estado de Mato
Grosso do Sul, foi realizada reunião ordinária tendo como objetivo a seguinte pauta: 1)
Discussão a respeito da atualização do procedimento de credenciamento de
instituições financeiras perante o PreviD. 2) Discussão a respeito de realocação de
recursos. Estavam presentes os seguintes membros do Comitê de Investimentos:
Ademir Martinez Sanches, Andréa Londero Bonatto, Antônio Carlos Quequeto,
Antonio Marcos Marques, Luis Carlos Rodrigues Morais e Rosane Aparecida Fritzen
d’ Sampaio Ferraz. O Sr. Luiz Constâncio Pena de Moraes, presidente, não estava
presente por motivos de trabalho.ASra. Rosane Aparecida Fritzen d’Sampaio Ferraz
na qualidade deVice-presidente do Comitê de Investimento abriu a reunião colocando
alguns pontos sobre Credenciamento e passou a palavra para o Sr. Ademir Martinez
Sanches o qual apresentou aos outros membros novas ferramentas para atualização do
procedimento de credenciamento que ficou pactuado que a Discussão e
posicionamento em edital a respeito da atualização do procedimento de
credenciamento de instituições financeiras perante o PreviD será concluída após
participação do PreviD no “16º CONGRESSO NACIONALDE PREVIDÊNCIADA
ANEPREM” que será realizado nos dias 7 a 9 de novembro e que abordará o tema
Termo de Análise de Credenciamento e Atestado de Credenciamento. Ficou acordado
também que as instituições que não renovaram o credenciamento perante as regras
vigentes não receberam novos aportes até concluir a renovação ou credenciamento das
mesmas. Passando para a segunda pauta, com a Discussão a respeito de realocação de
recursos, a Srª Rosane colocou aos presentes a visão da Consultoria em investimento
do dia 17/10/2016 que sugere uma carteira em renda fixa com 20% no longuíssimo
prazo, 30% no longo prazo, 20% no médio prazo e 5% no curto prazo. Já em renda
variável, Multimercado, Fundos em Participação e Fundos Imobiliários a sugestão é
de 25%. Então, foi analisada entre os membros presentes do Comitê a carteira de
ATAS – PREVID
10
ATAS – PREVID
Diário Oficial DOURADOS, MS SEXTA-FEIRA, 04 DE NOVEMBRO DE 2016 – ANO XVIII – Nº 4.325
AUTO ELÉTRICA ALVORADA LTDA – ME, torna Público que recebeu do
Instituto de Meio Ambiente de Dourados – IMAM, a Licença Simplificada (LS) Nº
24.555, para atividade de Comércio a Varejo de Peças, Serviços em Manutenção e
Reparação Elétrica de Veículos Automotores, localizada junto a Rua Coronel
Ponciano Nº 100,VilaVieira, Municipio de Dourados MS,CEP79.840-230, válida até
26/10/2019.
Auto Escola Nilsinho Ltda – ME, torna Público que requereu do Instituto de Meio
Ambiente de Dourados – IMAM de Dourados (MS), a Renovação de Licença
Simplificada, nº 394/2013 para atividade de formação de condutores de veículos
automotores, localizada na Rua Coronel Ponciano, n° 2150 – Jardim dos Estados, no
município de Dourados (MS). Não foi determinado Estudo de ImpactoAmbiental.
COMID MÁQUINAS LTDA torna público que recebeu do Instituto de Meio
Ambiente de Dourados – IMAM, a Renovação da Licença de Operação (RLO) Nº
23.152/2015, para atividade Comércio de MáquinasAgrícolas, Insumos e Defensivos,
Localizado junto a Avenida Aziz Rasslen Nº 361, Vila Popular, CEP 79.822-059,
Dourados (MS), válida até 28/10/2019.
EDUARDO DA SILVA RAMOS 59591170106 torna público que recebeu do
Instituto de Meio Ambiente de Dourados – IMAM de Dourados (MS), a Licença
Ambiental Simplificada – LSNº 26.058/2016, para a atividade de Publicidade e Carro
de som, localizada na Rua dosAlpes, Nº 753, Jardim Itália, no Município de Dourados
(MS). Válida até 24 de outubro de 2019.
EFICACI ENGENHARIA & CONSTRUTORA LTDA, torna Público que
REQUEREU do Instituto de Meio Ambiente de Dourados – IMAM de Dourados
(MS), a Licença Ambiental Simplificada – LS, para atividade de Residencial
Multifamiliar, localizada na Rua:Tubarão, Nº 895, Q: 14, L:B1 – Bairro Jóquei Clube,
no município de Dourados (MS). Não foi determinado Estudo de ImpactoAmbiental.
NERI VIDROS LTDA-ME, torna Público que requereu do Instituto de Meio
Ambiente de Dourados – IMAM de Dourados (MS), a Licença Ambiental
Simplificada LS, para atividade de _COMÉRCIO VAREJISTA DE VIDROS__,
localizada na Rua/CAFELÃNDIA,Nº1715 – Bairro Jd MONOEL RASSELEM, no
município de Dourados (MS). Não foi determinado Estudo de ImpactoAmbiental.
SAADLORENSINI&CIALTDAtorna público que requereu do Instituto de Meio
Ambiente de Dourados – IMAM, a Licença de Operação (LO), para atividade de
Sistema de Drenagem Urbana, no local denominado Jardim das Palmeiras, situado
junto a Área “SL-1” e “SL-2” – Desmembradas do lote RP Remembrado dos Lotes
175, parte do lote 177, Quinhão nº 03, Quinhão nº 04, e Quinhão nº 02, denominado
chácara Douradense, Município de Dourados (MS). Não foi determinado Estudo de
ImpactoAmbiental.
SK AUTOMOTIVE S/A – DISTRIBUIDORA DE AUTOPEÇAS, torna Público
que requereu do Instituto de MeioAmbiente de Dourados –IMAMde Dourados (MS),
a Licença Ambiental Prévia, (LP) Licença de Instalação (LI) e Licença de Operação –
(LO), para atividade de COMÉRCIO DE PEÇAS PARA VEÍCULOS, localizada na
Rua/Av. Coronel Ponciano, nº 300 – Bairro: Parque dos Jequitibás – no município de
Dourados (MS). Não foi determinado Estudo de ImpactoAmbiental.
VILELA & SANTOS LTDA. – ME, torna Público que requereu do Instituto de
Meio Ambiente de Dourados – IMAM de Dourados (MS), a Renovação de Licença
Simplificada, para atividade de Comércio Varejista de tintas e material de pintura
localizada na Av. Hayel Bon Faker, n° 1.837, Centro, no município de Dourados
(MS). Não foi determinado Estudo de ImpactoAmbiental.
investimentos do PreviD, onde se tem 13,97% em longuíssimo prazo, 17,49% em
longo prazo, 24,77% em médio prazo e 25,79% em curto prazo. Quanto a renda
variável o PreviD tem em sua carteira 5,68% distribuído em Fundos de Ações. Toda a
carteira foi analisada em cima da Política de Investimento Vigente e da GAP
disponível para investimento dentro de cada seguimento. Foi considerado para
discussão a última reunião do COPOM que aconteceu no dia 19/10/2016 onde
considerou o cenário básico, o balanço de riscos e o amplo conjunto de informações
disponíveis, e ficou decidido, por unanimidade dos presentes naquela reunião, pela
redução da taxa básica de juros para 14,00% a.a., sem viés. Após toda a análise e
debates a respeito das perspectivas futuras, onde o COPOM já sinaliza uma maior
redução na taxa Selic e também seguindo orientações da Consultoria de Investimento
é que o Comitê de Investimentos por unanimidade dos membros presentes vota a favor
da movimentação de recursos para alongar a carteira. Aproveita também a
oportunidade do atual cenário econômico para colocar um percentual em Fundo de
Ações. Nesse sentido fica decidido que a movimentação será de migração de todo o
recurso do Fundo BB IRF-M 1 TÍTULOS PÚBLICOS FIC RENDA FIXA
PREVIDENCIÁRIO CNPJ: 11.328.882/0001-35 para o Fundo BB IMA-B 5+
TÍTULOS PÚBLICOS FI RENDA FIXA PREVIDENCIÁRIO CNPJ:
13.327.340/0001-73 e Resgate de R$ 4.100.000,00 do Fundo BB PERFIL FIC
RENDA FIXA PREVIDENCIÁRIO CNPJ: 13.077.418/0001-49 para serem
aplicados R$ 4.000.000,00 no Fundo BB IMA-B 5+ TÍTULOS PÚBLICOS FI
RENDAFIXA PREVIDENCIÁRIO CNPJ: 13.327.340/0001-73 e R$ 100.000,00 no
Fundo BB INDEXADO IBRX FICAÇÕES CNPJ: 30.847.180/0001-02.Oresgate no
valor de R$ 300.000,00 do Fundo CAIXA BRASIL IRF-M 1 TÍTULOS PÚBLICOS
FIRENDAFIXACNPJ: 10.740.670/0001-06 que serão aplicados nos FundosCAIXA
BRASIL ETF IBOVESPA FI AÇÕES CNPJ: 15.154.236/0001-50; DAYCOVAL
IBOVESPA ATIVO FI AÇÕES CNPJ: 13.155.995/0001-01 e CAIXA
INFRAESTRUTURA FI AÇÕES CNPJ: 10.551.382/0001-03 no valor de R$
100.000,00 cada. A reunião em questão aconteceu bem no final do mês, então a
Diretora Financeira sugere que preferencialmente as movimentações sejam feitas nos
primeiros dias úteis do mês de novembro de 2016 em virtude da conciliação bancaria
do mês de outubro. No final da reunião o membro Antônio Marcos, Presidente do
PreviD informou o Resumo da Assembleia Geral de Cotistas a respeito de Fundo
FIDC CNPJ: 06.018.364/0001-85 ocorrida no dia 13/10/2016, na qual ele não estava
presente, mas recebeu o resumo por e-mail. Nada mais havendo a tratar foi encerrada
a reunião, tendo eu, Andréa Londero Bonatto, lavrado a presente ata, que depois de
lida e achada conforme, fica assinada por todos os presentes.
Aos três dias do mês de novembro de dois mil e dezesseis, às oito horas, na sala de
reuniões do Instituto de Previdência Social dos Servidores do Município de Dourados-
PreviD, situado na Av. Weimar G. Torres, nº 3.215, sala D, Centro, na cidade de
Dourados, Estado de Mato Grosso do Sul, reuniram-se os membros da Comissão
Permanente de Licitação do Instituto de Previdência Social dos Servidores do
Município de Dourados, Ademir Martinez Sanches, Keyla Pereira Merlim, Leonardo
Landeira, designados pela Portaria número vinte e seis de dois mil e dezesseis,
publicada no Diário Oficial número quatro mil, duzentos e dezessete, de vinte cinco de
maio de dois mil e dezesseis, tendo como Vice Presidente o primeiro declinado, os
quais, avaliaram o processo n° 025/2016 de Inexigibilidade de Licitação nº.
006/2016/PREVID, que possui como objeto o pagamento de inscrição para
participação no 4° Congresso Brasileiro de Conselheiros de RPPS´s, a ser realizada
pela ABIPEM (Associação Brasileira de Instituições de Previdência Estaduais e
Municipais), inscrita no CNPJ sob o n° 29.184.280/0001-17, nos dias 23 a 25 de
novembro de 2016, em Brasília/DF, para capacitação de 5 (cinco) membros (Conselho
Curador, Conselho Fiscal, membros de investimento e servidores do PreviD), visando
atender as necessidades do Instituto de Previdência Social dos Servidores do
Município de Dourados – PreviD.Após análise do processo, deliberaram no sentido de
que o mesmo encontra-se devidamente justificado e instruído com a documentação
necessária e cabível. Foi também averiguado que o processo encontra-se
fundamentado no permissivo legal do art. 25, II c/c art. 13, VI da Lei 8.666/93. Esta
Comissão solicita análise e parecer da assessoria jurídica deste Instituto para
averiguação do atendimento aos requisitos legais para caracterização da
inexigibilidade de licitação pretendida. Junte-se o referido parecer, ao processo e após,
encaminhe-se para homologação do Diretor Presidente do PreviD. Nada mais
havendo a tratar a reunião foi encerrada da qual foi lavrado ata, que após lida e
aprovada será assinada pelos seus membros. Dourados-MS, 03 de novembro de 2016.
Membros:
RosaneAp. Fritzen d’Sampaio Ferraz Andréa Londero Bonatto
Vice-Presidente Secretaria
AdemirMartinez Sanches Luis Carlos Rodrigues de Morais
Membro Membro
AntonioMarcosMarques Antônio Carlos Quequeto
Membro Membro
ATA Nº. 025/2016/CPL/PREVID DA REUNIÃO DA COMISSÃO
PERMANENTEDELICITAÇÃO.
AdemirMartinez Sanches Keyla Pereira Merlim
Presidente Membro
Leonardo Landeira
Membro
EDITAIS – LICENÇA AMBIENTAL
EXTRATO – PREVID
LICITAÇÕES – PREVID
EXTRATO DE PROCESSO
ANTONIO MARCOS MARQUES
DIRETOR PRESIDENTE
Órgão: Instituto de Previdência Social dos Servidores do Município de Dourados-
PreviD
CONSIDERANDO o contido no Processo nº 024/2016, Inexigibilidade de
Licitação nº. 005/2016/PREVID, com fundamento no disposto do artigo 25, inc. II c/c
art. 13, inc. VI, caput da Lei Federal nº. 8.666/93 e suas alterações posteriores.
Fica Dispensada de licitação o pagamento de inscrição para exame de certificação
do III Congresso de Medicina do Trabalho para os servidores do PreviD, visando
atender as necessidades do Instituto de Previdência Social dos servidores do
Município de Dourados- PreviD, de acordo com o processo de Inexigibilidade de
Licitação nº. 005/2016/PREVID.
FUNDAMENTAÇÃO LEGAL: Art. 25, caput da Lei n. º 8.666/93 e Alterações
Posteriores.
DOTAÇÃOORÇAMENTÁRIA:
07.00 – Secretaria Municipal deAdministração
07.02 – Instituto de Previdência Social dos Servidores do Mun. De Dourados
09.272.124 – Manter o Regime Próprio de Previdência Social – RPPS
2.075 – Manutenção dasAtividades do IPSSD
33.90.39.00 – Outros Serviços deTerceiros – Pessoa Jurídica
33.90.39.47 – Cursos, Capacitações eTreinamentos
Fonte 103000 Ficha 483
ValorTotal: R$ 2.460,00 (Dois mil, quatrocentos e sessenta reais).
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EDITAL DE CONVOCAÇÃO – SINSEMD
TERMO DE RATIFICAÇÃO E HOMOLOGAÇÃO
INEXIGIBILIDADE DE LICITAÇÃO N.005/2016/PREVID
Antonio Marcos Marques
Diretor Presidente
TERMO DE ADJUDICAÇÃO
DISPENSA DE LICITAÇÃO Nº. 015/2016/PREVID
ANTONIO MARCOS MARQUES
Diretor Presidente
ODiretor Presidente, no uso das atribuições conferidas pela Lei Municipal nº. 108,
de 27/12/2006, alterada pela Lei Complementar nº. 130 de 27/06/2008, e conforme art.
38, inciso VII da Lei nº. 8.666/93 vem através deste RATIFICAR EHOMOLOGARo
processo de Inexigibilidade de Licitação Nº 005/2016/PreviD supracitado, tem por
objeto o pagamento de inscrição para participação do III Congresso de Medicina do
Trabalho a ser realizado em São Paulo nos dias 18 e 19 de Novembro, visando atender
as necessidades do Instituto de Previdência Social dos servidores do Município de
Dourados- PreviD.
Dourados/MS, 03 de novembro de 2016.
O Diretor Presidente, Sr. Antonio Marcos Marques, no uso das atribuições
conferidas pela Lei Municipal nº. 108, de 27/12/06, alterada pela Lei Complementar
nº. 130 de 27/06/2008, e conforme art. 38, inciso VII da Lei nº. 8.666/93ADJUDICAo
processo de Dispensa de Licitação supracitado, cujo objeto é a contratação de empresa
especializada em locação de multifuncional, incluindo insumos (exceto papel), para
atender as necessidades do Instituto de Previdência Social dos Servidores do
Município de Dourados – PREVID, sendo a empresa FG COPIADORA EIRELI ME
inscrita no CNPJ 13.676.824/0001-28, a adjudicatária.
Dourados-MS, 28 de outubro de 2016.
EDITAL CONVOCAÇÃO DAASSEMBLÉIA GERAL EXTRAORDINÁRIA.
Rosa Helena Catelan
Presidente
A presidente em exercício do SINSEMD – SINDICATO DOS SERVIDORES
MUNICIPAIS DE DOURADOS, no uso das suas prerrogativas estatutárias dispostas
no artigo 50º, § 1º, alínea “a”, bem como em consonância com os artigos 46º, § único;
47º, I; 51º; 52º e 53º, §2º, todos do Estatuto Social, e ainda, considerando deliberação
em assembleia da categoria e da diretoria executiva consolidada na Resolução
001/2016, convoca todos os servidores públicos filiados para comparecerem em
Assembleia Geral Extraordinária a ser realizada de forma permanente na sede do
SINSEMD, sito na Rua Floriano Peixoto, n.º 1072, bairro BNH 1º Plano, CEP:
79.840-090, município de Dourados – MS e continuada junto aos locais de trabalhos
descritos neste edital, a realizarem-se com início no dia 21 de novembro de 2.016, em
única chamada às 08:00hs a permanente e após a continuada nos dias que se fizerem
necessários, seguindo-se o seguinte cronograma: REGIÃO ADMINISTRAÇÃO
GERAL- PREFEITURA(CAM), SEMAD; GABINETE; PGM; SEMID; SEMPLA;
SEMFI; SEMAS; SEMFA; SEMED (SEDE); SAUDE (SEDE) UPA; OFICINA;
FUNED; CULTURA; SEMIG; REGIÃO LESTE – JD. OURO VERDE, JD
MARACANA, VILA ROSA, JD ESTADOS, SANTA BRIGIDA, SANTAMARIA,
CANAÃ I – ZONA 4 – SEÇÃO – A, ESCOLAS :Armando Campos; Clarice Bastos;
Frei Eucario; Laudemira Coutinho; Manoel Santiago; Escola Canaã I Socrates
Camara; Albertina Pereira Matos; CEIM’S: Austrilio Ferreira; Celso Almeida; Joao
Correia Neto; Ivo Benedito; Helena Efigenia; Dejanira Queiroz; Recanto da Criança;
Wilson Benedito; POSTOS SAUDE: Vila Rosa; Maracanã; Carisma; Piratininga;
Ouro Verde; Chac. Caiuás; Vila Indio; CRAS: Canaã I; OUTROS: Viva Mulher;
CCPD Dorcelina; CC Idoso Vila Ubiratan; JARDIM JOQUEI, CLUBE; VILASÃO
BRAZ, CANAÃ II E IV- ZONA4 – SEÇÃO – B, ESCOLAS :Rosa Câmara; Antonia
Candida Melo; Clori Benedetti; Etalivio Penzo; CEIM’S: Decio Rosa Bastos; Frutos
do Amanhã; Etalivio Penzo; Manoel Nolasco; Dalva Martines; POSTOS SAUDE:
Joquei Clube; Pq. Nações I e II; Cabeceira Alegre; Vila Vieira; Jd. Guaicurus, CRAS:
Joquei Clube; REGIÃO OESTE – PARQUE ALVORADA, JARDIM FLORIDA,
PARQUE DO LAGO, ZONA 1 – SEÇÃO – A ESCOLAS: Aurora Carmargo – Pq
Alvorada; Escola Efantina Quadros Jd Florida 2; Escola Profº Luiz Antonio Jd Novo
Horizonte; Iria Lucia; Escola ProfªAvani C – Jd Florida 1; CEIM’S: Maria do Rosário
– Pq Alvorada; Maria de Nazaré I e II – Jd Florida 1; Mario Kumagai – Jd Florida 2;
Claudina Teixeira; POSTOS SAUDE: US Seleta – Jd Florida 2; USAltos Indaiá; P. do
Lago II, Novo Horizonte;Vila Matos e Hospital Universitário; JARDIM ITALIA, VL
CACHOEIRINHA, VILAHILDA – ZONA 1 – SEÇÇÃO – B ESCOLAS :Arthur
Campos; Iria Lucia ; Elza Farias; Bernardina Pedroso; Escola Weimar Torres – Jd
Climax; Januário Araujo; Joaquim Murtinho; CEIM’S: Prof Irani Batista; Ramão
Vieira; Vitorio Fedrizzi; POSTOS SAUDE: Cachoeirinha, Vila Hilda, Cuiabazinho,
CRAS: Vila Cachoeirinha; Parque Lago II; Hospital Universitário; REGIÃO SUL –
CENTRO, JD ÁGUABOA, SANTO ANDRE, IZIDRO PEDROSO, JDCOLIBRI,
ZONA 2 – SEÇÃO – A ESCOLAS :Loide Bonfin; Joaquim Murtinho; Bernardina
Correia; Elza Farias; Flanklin Azambuja; CEIM’S: Beatriz Bumlai; Geny Milan;
Katia Marques; Paulo Gabiatti; Pequeno Principe; Bertilo Binsfeld; Guilherme
Silveira; Recanto das Raizes; POSTOS SAUDE: Santo André; Izidro Pedroso; CSU;
IV Plano; Campo Dourado; CRAS: Centro; Agua Boa; CREAS Centro; Coord.
Mulher; Casa Conselhos; Conselho Tutelar; Abrigo Renascer; Casa Acolhida;
CMDPD; CCI Agua Boa; Hospital Vida; CAPS; Vigilancia Sanitária; PQ NOVA
DOURADO, PQ JEQUITIBAS, VILAVIEIRA, VILAINDUSTRIAL,
JDGUAICURUS, ZONA 2 – SEÇÇÃO – B ESCOLAS :Neil Fioravanti; Izabel
Muzzi; Prof. Maria Angélica; POSTOS SAUDE: Bem-Te-Vi; REGIÃO NORTE –
RESERVA INDIGENA; VILA PLANALTO; CENTRO, ZONA 3 – SEÇÇÃO – A,
ESCOLAS :Francisco Meireles; Esc Indígena Agustinho; Araporã; Lacu ‘i Roque
Isnard; Pa’ I Chiquito Pedro; Ramão Martins; Tengatui Marangatu; POSTOS
SAUDE: U.S Reserva indígena, CRAS: Reserva Indigena; CRAS Central; CREAS
Centro; Abrigo Renascer; Centro POP Rua; VILA PLANALTO; JD EUROPA,
CENTRO, ZONA 3 – SEÇÇÃO – B, ESCOLAS :Pedro Palhano; REGIÃO
DISTRITAL – DISTRITOS ITHAUM, PICADINHA – ZONA 5 – SEÇÃO – A,
ESCOLAS: Geraldino Neves Correa; Jose Eduardo Sotolano – Perequete; POSTOS
SAUDE: ESF Ithaum; VILA MACAUBA; VILA FORMOSA, PANAMBI, VILA
SÃO PEDRO; INDAPOLIS, VILAVARGAS; GUASSU – ZONA 5 – SEÇÃO – B,
ESCOLAS :Andre Capelli; Coronel Firmino; Dr. Camilo Hermelindo; Fazenda Miya;
Padre Anchieta; Prefeito Rui Gomes; Dom Aquino; POSTOS SAUDE: Vila São
Pedro; Panambi; Indapolis: Vila Vargas; Vila Formosa; Vila Macauba; CRAS: Vila
Vargas, obedecendo-se as prerrogativas, requisitos e quorum estatutários, para
deliberarem sobre a seguinte pauta: 1) – Discussão, deliberação e aprovação das
alterações do Estatuto Social do SINSEMD, objetivando adequação nos termos das
exigências pertinentes e do Poder Judiciário, para dar legalidade na realização de
novas eleições do SINSEMD.
Dourados-MS, 03 de novembro 2.016
Diário Oficial DOURADOS, MS SEXTA-FEIRA, 04 DE NOVEMBRO DE 2016 – ANO XVIII – Nº 4.325
Desenvolvido pelo Depto de Tecnologia da Informação - Secretaria Municipal de Administração - Prefeitura de Dourados - 2017